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Nicarágua anuncia libertação de dezenas de prisioneiros após exigência dos EUA

Nicarágua anuncia libertação de dezenas de detidos, um dia após demanda dos EUA por mais de sessenta prisioneiros políticos; número exato não é confirmado

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Por Revisado por: Time de Jornalismo Portal Tela
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  • O governo da Nicarágua anunciou a libertação de dezenas de pessoas da sua penitenciária, um dia após a exigência dos Estados Unidos de liberar mais de 60 prisioneiros políticos no país.
  • A nota oficial não confirmou o número exato de liberados nem se eles estavam detidos por motivos políticos, nem se a liberdade implica prisão domiciliar.
  • A líder da oposição Ana Margarita Vijil afirmou à Reuters que os libertados são prisioneiros políticos e que alguns são amigos dela, incluindo o ex-prefeito Oscar Gadea e o pastor cristão Rudy Palacios com quatro parentes.
  • A libertação ocorre em meio a pressões dos EUA na região, que também influenciam a Venezuela, onde há prisões de opositores sob pressão internacional.
  • A embaixada dos EUA em Manágua elogiou a libertação de figuras da oposição na Venezuela e pediu que Ortega siga o mesmo caminho, destacando que mais de 60 pessoas ainda estão detidas ou desaparecidas na Nicarágua.

Nicaragua anunciou neste sábado a libertação de dezenas de presos do sistema penitenciário, um dia após a exigência dos Estados Unidos de libertar mais de 60 prisioneiros políticos no país. A declaração não confirmou o número exato nem se as pessoas libertadas eram detidas por motivos políticos. Não ficou claro se haverá prisão domiciliar.

Contexto internacional

À medida que o governo venezuelano passa por liberdades sob pressão norte-americana, a situação na Nicarágua diverge de forma paralela, com ações anunciadas no mesmo dia. O governo de Daniel Ortega não detalhou critérios ou condições.

Oposição nicaraguense afirmou que as libertações envolvem prisioneiros políticos, citando contatos como ex-prefeito Oscar Gadea e o pastor cristão Rudy Palacios, além de familiares. As informações foram passadas por lideranças oposicionistas à Reuters, sem confirmação oficial.

Nos Estados Unidos, a embaixada em Nicarágua reconheceu as libertações na Venezuela e pediu que Ortega siga esse exemplo. Em tom crítico, apontou que mais de 60 pessoas permanecem detidas ou desaparecidas no país, incluindo religiosos, idosos e doentes.

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