- Rubina Aminian, 23 anos, estudante de têxtil e design de moda, foi morta durante os protestos anti-governo em Teerã, Irã.
- Segundo o Iran Human Rights, ela foi atingida na cabeça a queima-roupa após sair da Shariati College, em Teerã.
- Aminian era natural de Marivan, cidade curda no oeste do país; a família viajou de Kermanshah para Teerã para identificar o corpo.
- Ao retornar a Kermanshah, as forças de inteligência teriam cercado a residência e impedido o sepultamento; o corpo foi enterrado às margens de uma estrada entre Kermanshah e Kamyaran.
- O grupo estimate que ao menos 538 pessoas foram mortas nos protestos, incluindo 490 manifestantes, e mais de 10.600 foram presas.
A jovem Rubina Aminian, de 23 anos, morreu durante os protestos anti-governo no Irã, atingida na cabeça a curta distância, segundo o grupo de direitos humanos Iran Human Rights (IHR). A vítima era estudante de design têxtil da Shariati College, em Teerã, e está entre as poucas pessoas identificadas entre os corpos.
Aminian era curda, natural de Marivan, e participava de uma manifestação após deixar a faculdade. A IHR afirmou que a tiros de curta distância, por trás, a bala atingiu a cabeça da jovem. Seu corpo foi identificado após a família viajar de Kermanshah, no oeste, para a capital.
A família enfrentou dificuldades para o funeral: ao chegar a Teerã, as autoridades teriam cercado a residência e impedido o sepultamento da vítima. Assim, o corpo acabou enterrado na beira da estrada entre Kermanshah e Kamyaran, conforme relato da IHR.
Contexto sobre números de vítimas
De acordo com a Human Rights Activists News Agency (HRA), os confrontos deixaram ao menos 538 mortos. A organização estima que 490 eram manifestantes e que mais de 10.600 pessoas foram presas durante o período de violência. Essas informações são compiladas a partir de fontes associadas a organizações de direitos humanos.
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