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EUA pressionam ação rápida para reduzir dependência da China em terras raras

EUA pressionam G7 a acelerar a redução da dependência de minerais críticos da China, diante de 60% da demanda global e risco de interrupções no abastecimento

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Por Revisado por: Time de Jornalismo Portal Tela
U.S. Treasury Secretary Scott Bessent looks on at the White House in Washington, D.C., U.S., December 13, 2025. REUTERS/Aaron Schwartz/File Photo
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  • O secretário do Tesouro dos EUA, Scott Bessent, vai pressionar os membros do G7 e aliados a aumentarem os esforços para reduzir a dependência de minerais críticos da China, durante encontro com cerca de uma dúzia de principais autoridades de finanças.
  • O grupo G7, mais UE, Austrália, Índia, Coreia do Sul e México, representa cerca de sessenta por cento da demanda global por minerais críticos.
  • Bessent disse que há urgência e que o avanço precisa ser mais rápido; a reunião ocorre após prometer ações desde a cúpula de junho, quando houve uma apresentação sobre terras raras.
  • A China domina a cadeia de minerais críticos, refinando entre quarenta e sete por cento e oitenta e sete por cento de cobre, lítio, cobalto, grafite e terras raras, usados em defesa, semicondutores e energia renovável.
  • Os EUA já trabalham com a Austrália para ampliar produção doméstica e diversificar fornecimentos, com um acordo de outubro que prevê um pipeline de projetos de $8,5 bilhões; China pode impor restrições de exportação.

O secretário do Tesouro dos EUA, Scott Bessent, vai pressionar o G7 e aliados a intensificar ações para reduzir a dependência de China em minerais críticos. A iniciativa ocorre enquanto ele recebe cerca de 12 responsáveis por finanças, em Washington, nesta segunda-feira.

O encontro, com um jantar de abertura no domingo, reúne ministros de finanças do G7, da União Europeia, Austrália, Índia, Coreia do Sul e México. Segundo a autoridade norte-americana, o objetivo é acelerar respostas diante da dominância chinesa.

O grupo representa 60% da demanda global por minerais críticos, usados em defesa, tecnologia e energias renováveis. A meta é diversificar cadeias produtivas e reduzir vulnerabilidades dependentes da China.

Bessent declarou ter pedido desde a cúpula do G7 no Canadá, em junho, uma reunião dedicada ao tema. Naquela ocasião, líderes consideraram um plano de ação, porém a urgência permanece a ser recuperada.

Segundo a autoridade, houve progressos, mas ainda há trabalho pela frente. O esforço americano envolve acordos com a Austrália e outros produtores para ampliar produção interna.

A China domina boa parte da cadeia de minerais críticos, com participação entre 47% e 87% na refinação de cobre, lítio, cobalto, grafita e terras raras, conforme a IEA. Esses materiais alimentam setores estratégicos.

Após a reunião, o governo dos EUA deve emitir uma declaração, mas não se espera um acordo conjunto imediato. O foco é manter o impulso e ampliar a cooperação com parceiros que compartilham a percepção de urgência.

Entre as iniciativas, o acordo com a Austrália, assinado em outubro, prevê um pipeline de projetos de cerca de 8,5 bilhões de dólares e a criação de reservas estratégicas de metais críticos.

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