- França lança campanha para recrutar milhares de jovens para um novo serviço militar nacional voluntário de 10 meses, com início dos primeiros participantes em setembro.
- O programa, apresentado pelo presidente Emmanuel Macron, é aberto a cidadãos franceses de 18 a 25 anos interessados em contribuir para a defesa do país.
- A partir de setembro, 3.000 jovens entrarão para o exército, a marinha ou a força aérea, aumentando para 4.000 em 2027 e 10.000 por ano até 2030.
- Os recrutados receberão cerca de € 800 por mês, atuando em funções que vão desde operações com drones até logística, médico, eletricista, padeiro e outras atividades.
- Após o programa, há possibilidade de integração à vida civil, tornar-se reservista ou permanecer nas forças, com custos estimados de € 150 milhões em 2026 e € 2,3 bilhões no período 2026-2030.
France abriu uma campanha de recrutamento para um novo serviço nacional militar voluntário de 10 meses, com os primeiros participantes para começar em setembro. A iniciativa envolve a participação de jovens em território francês, de 18 a 25 anos, que desejem contribuir com a defesa do país.
Segundo o chefe do Estado-Maior das Forças Armadas, General Fabien Mandon, o programa está aberto a cidadãos que queiram fortalecer a capacidade de resistência do país em um cenário de incerteza. A campanha foi anunciada pelo presidente Emmanuel Macron em novembro.
A partir de setembro, 3.000 jovens ingressarão na marinha, exército ou força aérea, com função na França. A meta é chegar a 4.000 em 2027 e a 10.000 por ano até 2030. O valor mensal deverá ficar em torno de 800 euros.
Desenho do programa e impactos
O programa prevê atividades desde apoio em desastres naturais até vigilância contra terrorismo, com cargos que vão de operador de drone a padeiro, mecânico, eletricista e membro da equipe médica. Após o serviço, o participante poderá ingressar na vida civil, tornar-se reservista ou permanecer nas forças armadas.
O custo estimado para 2026 é de 150 milhões de euros, com um gasto total entre 2026 e 2030 projetado em 2,3 bilhões de euros. A ministra da Defesa, Catherine Vautrin, ressalta a evolução híbrida do Exército e a possível continuidade de carreira para os participantes.
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