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CEO da Exxon revela posição sobre Venezuela e oposição a Trump é testada

CEO da Exxon Mobil afirma que investir na Venezuela não é factível no momento, sob pressão de Trump por US$ 100 bilhões para reconstrução do setor

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Por Revisado por: Time de Jornalismo Portal Tela
Presidente disse que não gostou das declarações de Darren Woods e que estava inclinado a manter a Exxon fora do país
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  • O CEO da Exxon Mobil, Darren Woods, disse a Trump que não é factível investir atualmente na Venezuela.
  • Trump quer que empresas dos EUA invistam pelo menos US$ 100 bilhões na reconstrução do setor petrolífero venezuelano.
  • A Exxon assinou a reunião com cerca de 20 executivos; outros pares tentaram dissuadir a Casa Branca de discutir o tema.
  • Executivos dizem que reformas políticas e legais, além de segurança, são pré-requisitos para grandes investimentos na Venezuela.
  • A Chevron permanece, por enquanto, como a única grande empresa petrolífera internacional atuando no país.

O CEO da Exxon Mobil, Darren Woods, disse a Donald Trump que não é viável investir no momento na Venezuela. A fala ocorreu na sexta-feira (9), durante reunião com o presidente e cerca de 20 executivos da indústria. A declaração ecoou alertas já formulados por líderes do setor.

Trump pediu investimentos de pelo menos US$ 100 bilhões para reconstruir o setor petrolífero venezuelano, após a captura do presidente Nicolás Maduro. Executivos temem que o cenário atual não permita recuperação rápida e não queiram parecer oportunistas.

Woods participou da reunião e falou abertamente sobre os obstáculos. A reação de Trump foi negativa, com ele sinalizando que pode manter a Exxon fora da Venezuela. A troca evidenciou os riscos de investir diante de incertezas políticas.

Reação de Trump e perspectivas do setor

Fontes próximas relatam que a Casa Branca não gostou do tom direto de Woods. Analistas destacam que a fala pode ter impactos na imagem da Exxon perante o governo americano e investidores. Há expectativa sobre reformas legais para investimentos futuros.

Especialistas destacam que reconstruir a infraestrutura venezuelana exigiria dezenas de bilhões de dólares e condições estáveis. Plataformas, oleodutos e equipamentos danificados demandariam um esforço maciço de capital e segurança.

A Chevron permanece como a única grande empresa internacional atuando no país. Fontes do setor indicam que o ambiente regulatório e político pesa na decisão de novos aportes. A Exxon não comentou além das declarações originais de Woods.

Próximos passos e contexto

Executivos do setor dizem que há pré-requisitos para novos investimentos, como reformas legais e melhoria na segurança. Segundo o Instituto Americano de Petróleo, a indústria permanece unida em exigir condições estáveis antes de compromissos maiores.

Funcionários do governo observaram as recomendações de Woods, segundo pessoas com conhecimento do assunto. A comunicação entre Casa Branca e a indústria continua em fase de avaliação, sem anúncios de investimentos.

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