- Exxon Mobil ainda tem interesse em visitar a Venezuela e pode enviar uma equipe de avaliação ao país.
- O CEO Darren Woods disse que são necessárias mudanças legais e proteção de investimentos antes de a Exxon operar na Venezuela.
- Dias depois, o presidente Donald Trump afirmou que não gostou da resposta da empresa e pode mantê-la de fora.
- Executivos da Exxon ficaram surpresos com o episódio, já que Woods havia dito que a administração poderia ajudar a resolver os problemas do país.
- A Exxon pode enviar uma equipe técnica em semanas para avaliar infraestrutura de óleo e ativos; a Chevron já opera na região, e dívidas herdadas de expropriações são entrave para investimentos.
Exxon Mobil mantém o interesse em visitar a Venezuela e está disposto a enviar uma equipe de avaliação ao país, segundo uma fonte próxima à estratégia da empresa. A declaração ocorre um dia depois de Donald Trump indicar que pode manter a empresa afastada.
Durante uma reunião na Casa Branca na sexta-feira, junto a executivos do setor, o CEO da Exxon, Darren Woods, afirmou que a Venezuela precisa de mudanças legais e proteção a investimentos para que a Exxon opere no país.
Dias depois, Trump afirmou a repórteres que não gostou da resposta da Exxon e sinalizou a possibilidade de manter a empresa fora da Venezuela. A declaração aumentou a surpresa entre executivos da Exxon.
Woods comentou que a Exxon poderia enviar uma equipe técnica à Venezuela em semanas para iniciar a avaliação de infraestrutura petrolífera e ativos. A companhia não respondeu a pedidos de comentário.
Contexto setorial
A Exxon, a ConocoPhillips e a Chevron foram grandes parceiras da PDVSA antes da nacionalização ocorrida entre 2004 e 2007. A Chevron permanece operando, enquanto as outras companhias saíram e enfrentam dívidas amplas por arbitragens.
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