- Venezuela identifica “restos humanos” encontrados após o ataque dos Estados Unidos que derrubou Nicolás Maduro, ocorrido na madrugada de três de janeiro.
- O ministro do Interior, Diosdado Cabello, informou que o balanço oficial é de pelo menos cem mortos, entre eles cinquenta e cinco integrantes da segurança de Maduro.
- Entre as vítimas da equipe de proteção, estão trinta e dois cubanos, segundo as informações oficiais.
- A polícia científica e a medicina forense trabalham para analisar o DNA dos fragmentos de restos humanos.
- Cabello afirmou que o país está tranquilo e voltando à normalidade, após a ação que depôs Maduro.
Forças aéreas dos EUA bombardearam Caracas e três estados vizinhos na madrugada de 3 de janeiro, em operação que acabou com a captura de Nicolás Maduro e de sua mulher. A ação é alvo de acusações de narcotráfico apresentadas contra o casal nos EUA.
A Venezuela informou, por meio do ministro do Interior, Diosdado Cabello, que as ações deixaram um saldo inicial de pelo menos 100 mortos. Entre os mortos, 55 seguranças que integravam a escolta de Maduro teriam perdido a vida, incluindo 32 cubanos.
O governo venezuelano isolou parte da capital após o ataque, com o registro de explosões muito intensas. Autoridades de segurança passaram a investigar a identificação de restos humanos encontrados no local.
Identificação de restos e resposta institucional
Polícia científica e medicina forense conduzem estudos para analisar o DNA de fragmentos de restos humanos. A equipe busca confirmar identidades entre as vítimas do ataque e confirmar o que ocorreu durante a operação.
Cabello afirmou que as explosões foram extremamente fortes e que muitos corpos não puderam ser identificados de imediato. O ministro informou que o país trabalha para entender as circunstâncias do ocorrido.
O ambiente em Caracas se manteve de relativa calmaria após o episódio, com sinais de normalização em supermercados e postos de combustível. O governo reiterou a necessidade de seguir com as investigações e a apuração dos fatos.
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