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Governo francês vence segundo voto de desconfiança sobre acordo Mercosul

Governo francês sobrevive a segunda moção de desconfiança na Assembleia Nacional, apresentada pelo RN, com 142 votos a favor e 288 necessários

General view of the hemicycle during a debate before votes on two no-confidence motions against the French government tabled by members of parliament of La France Insoumise (France Unbowed - LFI) and the Rassemblement National (National Rally - RN), in response to the government's handling of the EU-Mercosur trade deal, during a session at the National Assembly in Paris, France, January 14, 2026.
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  • O governo do primeiro-ministro Sebastien Lecornu, da França, sobreviveu a um segundo voto de desconfiança na Assembleia Nacional, provocado por protesto contra o acordo entre a União Europeia e o Mercosul (UE‑Mercosul).
  • A moção foi apresentada pelo Partido Nacional Rally (RN) e teve apoio de 142 deputados.
  • Foram necessários 288 votos para aprovar a desconfiança, o que não ocorreu.
  • Uma moção anterior, apresentada pela esquerda radical sobre o mesmo tema, também falhou.
  • O resultado mantém o governo no cargo e evidencia apoio político ao acordo UE‑Mercosul entre parte dos parlamentares.

O governo francês, chefiado pelo primeiro-ministro Sebastien Lecornu, reuniu apoio nesta quarta-feira para sobreviver a um segundo voto de confiança na Assembleia Nacional. A medida ocorreu em meio a protestos contra o acordo EU-Mercosul e buscava manter a maioria governista.

A moção foi apresentada pelo partido de extrema direita National Rally (RN). Ela recebeu 142 votos a favor, contra 288 necessários para aprovação, já que o parlamento tinha 289 deputados presentes. Um dia anterior, outra moção semelhante, apresentada pela esquerda, também falhou.

Situação política

O pleito de hoje ocorreu em Paris e marca a continuidade do governo diante de críticas sobre o acordo comercial com Mercosul. O desbloqueio parlamentar preserva a agenda europeia do governo, até o momento sem sinal de dissolução da maioria. O desfecho não encerra o debate sobre o tema.

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