- O governo do primeiro-ministro Sebastien Lecornu, da França, sobreviveu a um segundo voto de desconfiança na Assembleia Nacional, provocado por protesto contra o acordo entre a União Europeia e o Mercosul (UE‑Mercosul).
- A moção foi apresentada pelo Partido Nacional Rally (RN) e teve apoio de 142 deputados.
- Foram necessários 288 votos para aprovar a desconfiança, o que não ocorreu.
- Uma moção anterior, apresentada pela esquerda radical sobre o mesmo tema, também falhou.
- O resultado mantém o governo no cargo e evidencia apoio político ao acordo UE‑Mercosul entre parte dos parlamentares.
O governo francês, chefiado pelo primeiro-ministro Sebastien Lecornu, reuniu apoio nesta quarta-feira para sobreviver a um segundo voto de confiança na Assembleia Nacional. A medida ocorreu em meio a protestos contra o acordo EU-Mercosul e buscava manter a maioria governista.
A moção foi apresentada pelo partido de extrema direita National Rally (RN). Ela recebeu 142 votos a favor, contra 288 necessários para aprovação, já que o parlamento tinha 289 deputados presentes. Um dia anterior, outra moção semelhante, apresentada pela esquerda, também falhou.
Situação política
O pleito de hoje ocorreu em Paris e marca a continuidade do governo diante de críticas sobre o acordo comercial com Mercosul. O desbloqueio parlamentar preserva a agenda europeia do governo, até o momento sem sinal de dissolução da maioria. O desfecho não encerra o debate sobre o tema.
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