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Grupos curdos armados tentaram cruzar para o Irã a partir do Iraque, dizem fontes

Grupos curdos armados teriam tentado cruzar do Iraque para o Irã; IRGC afirma confronto com insurgentes que buscam destabilizar durante protestos

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  • Fontes, incluindo um alto funcionário iraniano, disseram que o serviço de inteligência turco MIT alertou as Forças Guardas Revolucionárias do Irã (IRGC) sobre combatentes curdos cruzando a fronteira vindo do Iraque nos últimos dias.
  • O funcionário iraniano afirmou que o IRGC teve confrontos com os combatentes curdos, que buscavam criar instabilidade e explorar os protestos.
  • O MIT e a presidência da Turquia não comentaram o assunto; Ancara tem classificado militantes curdos no norte do Iraque como terroristas e alertado sobre agravamento de crises regionais com qualquer intervenção estrangeira no Irã.
  • Segundo o funcionário iraniano, os combatentes teriam sido deslocados a partir do Iraque e da Turquia, e Teerã pediu que esses países interrompam transferências de combatentes ou armas.
  • Um grupo de direitos humanos informou que 2.600 pessoas foram mortas nos recentes dias de repressão aos protestos contra o regime clerical, com apoio tácito dos Estados Unidos.

Em três fontes, incluindo um alto oficial iraniano que falou sob anonimato, a notícia aponta que grupos armados curdos teriam tentado cruzar a fronteira do Irã a partir do Iraque, nos dias recentes. A informação é de que a operação foi flagrada com alerta vindo da inteligência turca para as autoridades iranianas.

Segundo as fontes, o Corpo da Guarda Revolucionária Iraniana (IRGC) teve confronto com os combatentes curdos, que, segundo a leitura oficial, buscavam desestabilizar a região e explorar as ondas de protestos no país. O IRGC atua como força de elite para conter distúrbios internos.

Contexto regional aponta que os combatentes teriam sido enviados tanto do Iraque quanto da Turquia. Teerã solicitou aos dois países que interrompam transfers de combatentes ou armamentos para o Irã, segundo as fontes.

A agência de direitos humanos citada pela reportagem disse que mais de 2.600 pessoas foram mortas nos últimos dias durante a repressão aos protestos que se intensificaram contra o governo clerical. Os protestos têm contado com a atenção de países estrangeiros, incluindo os EUA, que sinalizam possibilidades de intervenção.

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