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Jornalista venezuelano é libertado enquanto liberações avançam lentamente

Libertação de prisioneiros políticos na Venezuela avança lentamente; dezenas já soltos, famílias e organizações de direitos humanos acompanham o progresso

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Por Revisado por: Time de Jornalismo Portal Tela
Journalist Luis Eduardo Lopez Torres reacts after being released from prison, in Guatire
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  • O Sindicato Venezuelano de Jornalistas (SNTP) informou que o jornalista Roland Carreno foi libertado no marco de uma série de liberações de prisioneiros em curso.
  • As libertações anunciadas na semana passada seguem de forma gradual; organizações de direitos humanos estimam cerca de 800 prisioneiros políticos no país, e até agora apenas dezenas foram liberados.
  • O Departamento de Estado dos Estados Unidos disse que alguns libertados são americanos, sem confirmar números ou identidades.
  • A libertação ocorre após pressões de grupos de direitos humanos, da oposição e de figuras como Maria Corina Machado, com aliados presos.
  • Não há uma lista oficial de quem será libertado nem de quantas pessoas faltarão; Carreno já havia sido detido em outubro de 2020, liberado em 2023, e novamente preso em 2024.

O jornalista venezuelano Roland Carreno foi libertado como parte de uma liberação de prisioneiros anunciada pelo governo, informou nesta quarta-feira a sindicato de jornalistas SNTP. A operação ocorre em meio a promessas de liber­ação feitas pelo governo e saudadas pelos Estados Unidos.

Segundo grupos de defesa, o processo avança lentamente. A organização Human Rights Watch e familiares dizem que cerca de 800 prisioneiros políticos permanecem detidos, com apenas dezenas libertadas até o momento.

O Departamento de Estado dos EUA informou que alguns dos libertados são americanos, sem confirmar números ou identidades. A libertação de presos políticos é uma pauta antiga de organizações de direitos humanos, opositores e figuras premiadas.

A liberação acontece após o que o governo classificou de gestos de paz, incluindo a posse de Delcy Rodríguez como presidente interina e ações das autoridades norte‑americanas sobre petróleo. Não houve lista oficial de libertados.

Carreno atuava como diretor de operações do partido Voluntad Popular, oposição. Foi detido em outubro de 2020, libertado em 2023 e preso novamente em 2024, segundo a SNTP.

Familiares de detidos, incluindo figuras de destaque, aguardam informações, reunindo‑se em frente a prisões e visitando centros de detenção na tentativa de localizar seus entes queridos.

Entre os detidos de maior proeminência estão o político Juan Pablo Guanipa, o advogado Perkins Rocha, o filho‑in‑lei de Edmundo González, o ex‑candidato à presidência, Freddy Superlano, e o ativista Javier Tarazona, diretor de ONG que monitora abusos.

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