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Milhares de nigerianos fogem após ameaça de líder de gangue

Milhares fogem na Nigéria após líder de gangue ordenar evacuação em Tidibale; autoridades descrevem crise humanitária e impactos educativos

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Por Revisado por: Time de Jornalismo Portal Tela
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  • Milhares de pessoas fugiram de Tidibale, no noroeste da Nigéria, após o líder de uma gangue, Bello Turji, ordenar a saída em retaliação a uma operação de segurança.
  • Turji, que comanda uma das várias gangues da região, disse que não poupará ninguém que permanecer e que mata até mesmo um animal se necessário.
  • Militantes do Estado Islâmico na Província da África Ocidental (ISWAP) e Boko Haram também atuam na área, onde a violência persiste há quinze anos.
  • A polícia informou que moradores estão deixando a cidade sob pressão do medo; mais de três mil pessoas já foram transferidas para Isa, a cerca de cinquenta quilômetros.
  • A crise tem impactado escolas e atividades educacionais, com dezenas de vilarejos abandonados segundo ativistas locais.

Belo Turji, líder de uma das facções armadas no noroeste da Nigéria, ordenou que moradores de Tidibale deixassem a área nesta semana, em retaliação a uma operação de segurança. Centenas já haviam fugido ao anúncio, segundo autoridades locais.

As autoridades dizem que Turji comanda um grupo que atua na região, com casos de mortes, sequestras e extorsões. Ele mencionou a suspeita de que a comunidade teria passado informações às forças de segurança.

Tidibale está cerca de 100 km a leste de Sokoto, capital do estado. O anúncio levou à retirada de moradores para evitar ataques, destacando o clima de insegurança que persiste há 15 anos na região.

Policiais locais afirmam que houve reforço no patrulhamento e que mais deslocamentos estão ocorrendo. Diversas pessoas foram encaminhadas de Tidibale para Isa, a cerca de 50 km de distância.

O secretário do comitê de segurança da comunidade em Isa informou que mais de 3 mil pessoas já foram transferidas, incluindo para as escolas da cidade. Atividades educacionais foram interrompidas.

Activistas locais descrevem uma crise humanitária em que várias aldeias foram abandonadas. Moradores relatam violência contínua com assassinatos e sequestros cometidos por facções armadas.

O papel de Turji na região se insere em um cenário com a presença de insurgentes como ISWAP e Boko Haram. A violência persiste mesmo após ações militares recentes contra militantes na região.

O governo dos EUA já realizou operações na área para conter o extremismo. Autoridades nigerianas evitam comentar sobre o impacto dessas ações na segurança cotidiana da população.

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