- O médico-chefe e o chefe interino da unidade de terapia intensiva de um hospital obstétrico siberiano foram detidos pela Comissão de Investigação Estadual.
- A detenção ocorreu sob suspeita de causar mortes por negligência, segundo o órgão.
- Nine recém-nascidos, nascidos entre 1 de dezembro de 2025 e 12 de janeiro de 2026, morreram.
- A divulgação oficial foi feita pela Comissão, com relatos também veiculados por veículos estatais e independentes.
- A prisão ocorreu em meio à comoção pública na Rússia, com cobrança sobre como aumentar a taxa de natalidade prevista pelo presidente.
Oito dirigentes médicos foram detidos na Sibéria, após a morte de nove recém-nascidos em um hospital de maternidade, segundo informou a Comissão Investigativa estadual nesta quarta-feira. Os profissionais são o médico-chefe e o substituto do chefe da unidade de terapia intensiva.
A detenção ocorre sob a suspeita de causar morte por negligência, segundo o comunicado da comissão. Não foi possível contactar os detidos ou seus advogados até o momento.
De acordo com as autoridades, as mortes ocorreram entre 1 de dezembro de 2025 e 12 de janeiro de 2026, em decorrência de falhas na organização e na prestação do atendimento médico. O caso repercutiu entre a população e a imprensa.
A divulgação foi acompanhada por veículos estatais e independentes, gerando ampla indignação no país. A discussão pública destacou dúvidas sobre como elevar a taxa de natalidade, prioridade anunciada pelo presidente Vladimir Putin, diante de tragédias desse tipo.
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