- Três ativistas pró-Palestina detidos no Reino Unido encerraram a greve de fome, com risco de morte aceito por parte deles, segundo a campanha Prisoners for Palestine.
- Todos os huelguistas são acusados de crimes supostamente cometidos em nome do Palestine Action, grupo que foi banido e considerado terrorista.
- Dois dos detidos respondem por suposta participação em um arrombamento em uma empresa de defesa ligada a Israel no ano passado.
- O terceiro é acusado de ter violado uma base militar no interior da Inglaterra e de ter danificado duas aeronaves, em protesto contra o apoio britânico a Israel.
- O Palestine Action foi banido em julho, colocando-o na mesma linha de organizações como Estado Islâmico e al-Qaeda; milhares foram presos por apoiar o grupo.
Três ativistas pró-palestinos detidos na Grã-Bretanha encerraram a greve de fome nesta quarta-feira, segundo a organização Campaign for Prisoners for Palestine. A decisão ocorreu em Londres e aponta para riscos graves à saúde dos manifestantes.
Todos os grevistas foram acusados de crimes supostamente cometidos em nome do Palestine Action, grupo proibido e designado como organização terrorista. A suspensão da greve foi anunciada apesar das preocupações com danos à saúde.
Dois deles permanecem detidos pela suposta participação em uma invasão a uma empresa de defesa ligada a Israel, ocorrida no ano passado. O terceiro é acusado de violar uma base aérea militar no centro da Inglaterra, com danos a duas aeronaves, em protesto contra o apoio britânico a Israel.
O Palestine Action foi banido em julho, elevando o nível de controle sobre o movimento. Desde então, milhares foram presos por manifestações de apoio ao grupo.
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