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Trump afirma que haverá solução para a Groenlândia

Trump afirma que haverá uma solução sobre a Groenlândia, após reunião em Washington que discutiu a possível anexação e tensionou aliados da Otan

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Por Revisado por: Time de Jornalismo Portal Tela
Donald Trump tem ampliado as ações para perseguir jornais e repórteres. Foto: Roberto SCHMIDT / AFP
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  • O presidente Donald Trump disse que “haverá uma solução” sobre a Groenlândia, território que os EUA desejam anexar por motivos de segurança nacional, em meio a uma reunião de alto nível em Washington.
  • Ministros de Relações Exteriores da Dinamarca e da Groenlândia se reuniram com o vice-presidente americano, JD Vance, e o secretário de Estado, Marco Rubio, para esclarecer mal-entendidos sobre a questão.
  • O governo dinamarquês afirmou que não vê necessidade de os Estados Unidos tomarem a Groenlândia e reiterou o desacordo com qualquer conquista do território.
  • A Dinamarca prometeu ampliar a presença militar na Groenlândia e manter participação reforçada na Otan no Ártico; a Suécia também enviará militares para a região, a pedido de Copenhague.
  • A Groenlândia tem cerca de 2,16 milhões de quilômetros quadrados; o Ártico permanece ativo com atuação de China e Rússia, sem, contudo, reivindicação direta sobre o território groenlandês.

Donald Trump afirmou nesta quarta-feira, 14, que haverá uma solução sobre a Groenlândia, território desejado pelos EUA por razões de segurança nacional. A declaração ocorreu em Washington após uma reunião de alto nível entre EUA, Dinamarca e Groenlândia. A diplomacia busca esclarecer tensões geradas pela possível anexação.

O presidente indicou manter uma boa relação com a Dinamarca, aliada da Otan, enquanto autoridades dinamarquesas destacaram que existe um desacordo sobre o tema. O objetivo central é evitar impactos diplomáticos e econômicos para o Reino da Dinamarca e para Groenlândia, sem confirmar medidas.

Representantes dinamarqueses, Groenlândia e Estados Unidos participaram do encontro no Salão Oval, com o vice-presidente JD Vance e o secretário de Estado Marco Rubio. O foco foi discutir garantias de segurança na região ártica.

A Dinamarca já declarou investimento significativo na defesa da Groenlândia, destacando a importância estratégica da ilha maior do planeta. Países vizinhos, incluindo Suécia, Alemanha e França, anunciaram participação em exercícios militares na região.

Contexto e desdobramentos

A Groenlândia, território autônomo sob domínio de Copenhague, figura como peça central em tensões regionais. Observadores indicam que a região ganha destaque pela presença militar e pelos interesses de potências como China e Rússia no Ártico.

Além da atuação militar, autoridades dinamarquesas ressaltaram a sensibilidade do tema para os habitantes locais. A posição de soberania do Reino é apresentada como fundamental para evitar alterações irreversíveis na geopolítica ártica.

Ocasionalmente, autoridades alemãs e franceses manifestaram apoio a operações conjuntas na Groenlândia, ampliando a cooperação na defesa da região. O debate envolve também questões de autodeterminação do povo groenlandês.

Posicionamentos oficiais

O governo dinamarquês já havia sinalizado que reforçaria a presença militar na Groenlândia, mantendo a participação da Otan. Em comunicado, autoridades destacaram a importância de exercícios e de uma presença contínua da aliança no Ártico.

A afirmação de Trump de que os EUA devem controlar a Groenlândia é apresentada por aliados como um tema sensível, com impacto direto nas relações entre washington e Copenhague. As negociações permanecem em aberto, sem anúncio de mudanças de domínio.

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