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Cinco pontos da entrevista de Trump à Reuters

Trump mantém tom assertivo, minimiza críticas e defende ações de segurança interna, enquanto aponta avanços lentos em Gaza e Ucrânia e adota postura ambígua sobre o Irã

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Por Revisado por: Time de Jornalismo Portal Tela
U.S. President Donald Trump is interviewed by Reuters at the White House
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  • Trump afirmou agir à sua maneira, minimizou críticas sobre Greenland, a investigação em relação ao presidente do Federal Reserve e a situação econômica, chamando de “fake” a pesquisa sobre Greenland.
  • Disse que a economia é a mais forte da história e que precisa melhor divulgar suas conquistas, mencionando um dossiê com realizações do governo.
  • Sobre o Irã, disse que a repressão aos protestos parece diminuir, mas não citou fontes e não se comprometeu com um ataque; não apoiou o exilado príncipe Reza Pahlavi.
  • Em relação à paz, reconheceu dificuldades nas negociações de Gaza e na guerra da Ucrânia, sugerindo que Putin estaria pronto para acordo, mas Zelenskiy seria o obstáculo.
  • Reafirmou apoio ao uso de forças de segurança em cidades americanas e disse ter tirado milhares de criminosos do país, apesar de críticas a mortes ocorridas em operações da polícia migratória.

Trump mantém linha própria em entrevista com Reuters, defendendo ações de governo sem ceder a críticas de rivais e aliados. Assuntos vão desde a relação com a Finlândia e a economia até investigações sobre o presidente do Fed, Jerome Powell.

Ao longo da conversa, o presidente minimizou pesquisas de opinião que apontam ceticismo sobre estratégias como controlar Greenland e críticas a suas políticas. Em resposta a questionamentos sobre preocupações com preços, reiterou o histórico de conquistas econômicas e a necessidade de promover resultados.

Diante de perguntas sobre o apoio público, Trump afirmou que precisa agir conforme seu julgamento, mesmo quando as medidas não correspondem à popularidade. Ele citou um dossiê de realizações para sustentar seu desempenho na gestão.

A posição sobre o Irã

Em entrevista, o republicano comentou a repressão a protestos no Irã, sem confirmar fontes. Mantém sinais de que não descartou eventuais ações militares, mas não autorizou apoio direto a figuras exiladas. Disse estar avaliando cenários dia a dia.

O discurso manteve o tom crítico ao regime, sem indicar mudanças significativas em metas de política externa. O ex-candidato não confirmou apoio a possíveis novos lideranças iranianas.

Paz regional e conflito na Ucrânia

Trump abordou duas iniciativas de paz: o cessar-fogo em Gaza e a potencial aproximação na Rússia-Ucrânia. Reconheceu dificuldades para cumprir compromissos com o grupo Hamas e não detalhou condições para avanços.

Sobre a Ucrânia, indicou que a relação com Vladimir Putin pode favorecer acordos, mas atribuiu entrave a declarações de Volodymyr Zelenskiy. Não detalhou condições para um cessar-fogo abrangente.

Segurança interna e políticas de imigração

O presidente manifestou apoio a ações de policiamento em cidades americanas, incluindo operações com agentes fortemente equipados. Disse que tais medidas contribuíram para retirar criminosos do país, sem apresentar dados para sustentar a afirmação.

No âmbito interno, o governo continua defendendo ações de endurecimento em segurança, com base em avaliações sobre riscos e ordens de atuação policial.

Este material compõe a cobertura de uma entrevista de Reuters a Trump, destacando foco na economia, política externa, segurança interna e perspectivas para as próximas eleições. Fontes indicam que o tom foi de defesa do histórico de gestão e de estratégias controversas.

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