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Justiça iraniana afirma que Erfan Soltani não foi condenado à pena de morte

Irã afirma que Erfan Soltani não foi condenado à morte; Judiciário diz que ele responde a acusações de conluio e propaganda contra o regime, com execução adiada

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Por Revisado por: Time de Jornalismo Portal Tela
Irã nega que tenha condenado Erfan Soltani à morte
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  • A Justiça do Irã afirmou que Erfan Soltani, 26 anos, não foi condenado à pena de morte, contradizendo a versão da família segundo a ONG Hengaw.
  • Soltani está detido no presídio central de Karaj e responde a acusações de conluio contra a segurança interna e atividades de propaganda contra o regime, que não prevê morte.
  • A Hengaw disse ter sido informada pelos familiares de Soltani de que a execução por enforcamento, marcada para quarta-feira, foi adiada.
  • Até então, a informação inicial era de que a sentença seria Moharebeh, crime associado a “ódio contra Deus”, pelo qual o Irã costuma aplicar a pena capital.
  • As autoridades locais teriam informado à família que a sentença era definitiva.

O Judiciário do Irã afirmou nesta quinta-feira 15 que o manifestante Erfan Soltani, de 26 anos, não recebeu a pena de morte. A informação contrasta com o que havia sido comunicado pela família, segundo a ONG Hengaw.

Segundo o tribunal, Soltani está detido no presídio central de Karaj e responde a acusações de conluio contra a segurança interna e atividades de propaganda contra o regime. Essas acusações, afirmou o Judiciário, não são punidas com morte.

A Hengaw informou ter recebido a notícia da família do investigado. A entidade afirmou que a execução por enforcamento, prevista para quarta-feira 14, foi adiada. A informação havia sido comunicada pela família de Soltani.

Até o momento não foi detalhado qual sentença foi decretada pelo tribunal nem por que houve o adiamento. As autoridades locais teriam informado à família que a decisão era definitiva, conforme relatos da ONG.

A situação ocorre em um contexto de risco de aplicação de punições severas por parte de autoridades iranianas em casos relacionados a crimes considerados contra a segurança do Estado. A divulgação envolve familiares, organizações de direitos humanos e o sistema judiciário.

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