- O governo britânico afirmou estar “cuidadosamente considerando” uma resposta após a Rússia expulsar um diplomata britânico, alegando que ele era um oficial não declarado dos serviços de inteligência britânicos.
- O incidente ocorreu em Londres, com o anúncio da expulsão feito pela Rússia em quinze de janeiro de dois mil e vinte e seis.
- O Ministério das Relações Exteriores do Reino Unido disse que não é a primeira vez que o Kremlin faz acusações “maliciosas e infundadas” contra funcionários britânicos.
- O governo britânico afirmou que a perseguição a diplomatas britânicos decorre de desespero e que ações como essa atrapalham as condições básicas para o funcionamento de missões diplomáticas.
O governo britânico disse que está avaliando cuidadosamente sua resposta após a Rússia expulsar um diplomata britânico, considerado um oficial não declarado dos serviços de inteligência britânicos. A expulsão ocorreu em meio a tensões entre os dois países.
O Foreign Office criticou a ação do Kremlin, afirmando que as acusações contra funcionários britânicos são infundadas e repetidas. A pasta ressaltou que atos semelhantes prejudicam as condições básicas para o funcionamento de missões diplomáticas.
O governo do Reino Unido não informou medidas ainda, dizendo apenas que está analisando as opções disponíveis e consultando parceiros internacionais. A defesa das relações diplomáticas permanece como prioridade enquanto se aguarda desdobramentos.
Reação britânica e próximos passos
A posição britânica envolve avaliação de uma resposta institucional e coordenação com aliados. Não houve anúncio de sanções ou medidas específicas até o momento.
A agência Reuters, com relatos de Muvija M, assinala que a expulsão intensifica um ciclo de acusações entre Moscou e Londres. A cobertura cita também a autoria de Catarina Demony, com edição de William James.
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