- O prefeito de Kharkiv, Ihor Terekhov, afirmou que uma grande instalação de energia foi destruída por forças russas na cidade, na segunda maior do país.
- Equipes de emergência trabalham no local, mantendo atuação 24 horas por dia.
- Kharkiv fica a cerca de 25 quilômetros da fronteira russa e tem sido alvo constante de drones, mísseis e bombas desde o início do conflito.
- Autoridades regionais tentam avaliar a extensão dos danos causados pelo ataque de quinta-feira.
- O uso de energia, aquecimento e água em várias cidades tem sido afetado pela crise no sistema elétrico em meio ao frio; Kyiv informou que cerca de 300 edifícios de apartamentos permaneciam sem aquecimento após um ataque anterior.
- Além disso, ataques a portos no sul, como em Chornomorsk, deixaram uma pessoa ferida e danificaram contêineres, segundo autoridades.
Forças russas destruíram uma grande instalação energética na segunda maior cidade da Ucrânia, Kharkiv, de acordo com o prefeito Ihor Terekhov. A vítima ocorreu na quinta-feira, em meio à campanha de inverno que mira a rede elétrica ucraniana. A cidade fica próxima à fronteira com a Rússia.
Terekhov informou, pelo Telegram, que equipes de emergência já trabalham no local em regime de plantão. Ainda não foi especificado qual tipo de facility foi atingido, e as autoridades regionais avaliam os danos.
O governador regional Oleh Synehubov afirmou que as autoridades ainda tentam medir a extensão dos estragos provocados pelo ataque de hoje. Paralelamente, cortes de energia, água e aquecimento atingem várias cidades, piorando com a onda de frio.
Contexto regional
Em Kyiv, o prefeito Vitali Klitschko disse que cerca de 300 edifícios residenciais permanecem sem aquecimento após um ataque em 9 de janeiro que afetou metade dos edifícios altos da capital.
Desdobramentos estratégicos
Além de Kharkiv, as forças russas intensificaram ataques a portos na região de Odesa. Nesta quinta-feira, um ataque com míssil em Chornomorsk feriu uma pessoa e danificou contêineres de carga, segundo o vice-primeiro-ministro Oleksiy Kuleba.
Reportagem de Dan Peleschuk.
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