- Cinco ativistas pró-Palestina se declararam inocentes na sexta-feira de acusações por arrombamento de base militar britânica e danos a dois aviões, em protesto contra o apoio do Reino Unido a Israel.
- Os fatos ocorreram em junho, quando a brigada invadiu a base da Real Força Aérea de Brize Norton, no centro da Inglaterra, e sprayou tinta vermelha nas duas aeronaves Voyager usadas para reabastecimento e transporte.
- O grupo Palestine Action, que teve atuação proibida pelo governo, informou ser responsável pelo incidente.
- Os cinco, Lewie Chiaramello, Jon Cink, Amy Gardiner-Gibson (também conhecida como Amu Gib), Daniel Jeronymides-Norie e Muhammad Umer Khalid, compareceram ao tribunal Old Bailey, em Londres, por videolink direto da prisão.
- A promotoria afirma danos à propriedade e entrada em local proibido com finalidade prejudicial aos interesses ou à segurança do Reino Unido; o julgamento está marcado para começar em 2027.
Dois períodos de entrada em base militar britânica e danos a aeronaves marcaram o protesto. Cinco ativistas pró-Palestina pleitearam inocência nesta sexta-feira. Eles são acusados de invadir a base aérea de Brize Norton, no centro da Inglaterra, em junho, e de danificar dois aviões Voyager usados em reabastecimento e transporte. O ato ocorreu em protesto contra o apoio do Reino Unido a Israel. A Palestine Action, grupo de campanha atualmente banido pelo governo, disse apoiar o ato.
Lewie Chiaramello, Jon Cink, Amy Gardiner-Gibson, também conhecida como Amu Gib, Daniel Jeronymides-Norie e Muhammad Umer Khalid compareceram à antiga Corte de Old Bailey, em Londres, por videoconferência a partir da prisão. Eles responderam por danos materiais e entrada em local vedado com finalidade prejudicial aos interesses ou à segurança do Reino Unido. A defesa sustenta que não houve intenção de causar dano grave.
Processo e contexto
O caso envolve a invasão ocorrida em junho no Brize Norton Royal Air Force Base, base estratégica no centro da Inglaterra. Os aviões Voyager, usados para reabastecimento em voo, foram pintados com tinta vermelha, segundo a acusação. O julgamento está marcado para iniciar em janeiro de 2027, conforme a agenda do tribunal.
A Palestine Action afirma ter estado por trás da ação, denunciando o apoio britânico a políticas adversas a palestinos. O governo britânico classificou o ato como ilegal e o grupo já teve entidades ligadas a ele banidas. A promotoria, por sua vez, manteve a linha de responsabilização pelos danos e pela invasão.
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