- O presidente Luiz Inácio Lula da Silva recebeu em Rio de Janeiro, nesta sexta-feira, a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, para uma reunião que começou por volta das quatorze horas e incluiu almoço institucional e previsão de declaração conjunta à imprensa.
- A encontro ocorre um dia antes da assinatura do acordo comercial entre o Mercosul e a União Europeia, marcada para Assunção, no Paraguai.
- Lula não participará da cerimônia de oficialização do tratado; o ministro de Relações Exteriores, Mauro Vieira, representará o Brasil no evento.
- A agenda é vista como estratégia para consolidar o Brasil como fiador do acordo e ampliar o papel do país nas negociações entre o Mercosul e a União Europeia.
- O presidente do Conselho Europeu, António Costa, que também iria ao encontro, não chegará a tempo, segundo apuração da TV Globo.
Nesta sexta-feira, 16, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva recebeu a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, no Rio de Janeiro. O encontro ocorreu por volta das 14h e incluiu foto oficial e almoço oferecido pelo governo brasileiro.
Após o encontro, está prevista uma declaração conjunta à imprensa, reforçando o sinal de proximidade entre Brasil e União Europeia. A reunião ocorre um dia antes da assinatura do acordo entre Mercosul e UE, marcada para Asunção, no Paraguai.
Participação de Costa e agenda
O presidente do Conselho Europeu, António Costa, também tinha presença prevista, mas, segundo apuração da TV Globo, não deverá chegar a tempo. O objetivo da atividade é consolidar o papel do Brasil como fiador do acordo.
Contexto do acordo
O tratado prevê a redução gradual de tarifas entre a UE e os países do Mercosul, com a criação da maior zona de livre comércio do mundo. O Brasil busca ampliar sua influência nesse processo como principal negociador do bloco regional.
Representação brasileira no ato final
Lula não participará da cerimônia de oficialização do acordo. O Brasil será representado pelo ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, no evento de assinatura no Paraguai. A agenda é vista como estratégica para viabilizar o anúncio político do tratado no território brasileiro.
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