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UE avalia adesão rápida, porém limitada, à Ucrânia

UE avalia adesão rápida da Ucrânia com direitos limitados e acesso escalonado, como gesto de garantia de paz e impulso a reformas

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Por Revisado por: Time de Jornalismo Portal Tela
Ukrainian and European flags fly, amid Russia's attack on Ukraine, in central Kyiv, Ukraine August 11, 2025. REUTERS/Gleb Garanich
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  • A Comissão Europeia avalia uma adesão rápida da Ucrânia à União Europeia com direitos limitados, como parte de um acordo de paz com a Rússia.
  • O modelo prevê acesso político rápido, com direitos de voto progressivos conforme o país atenda aos critérios de adesão, mantendo a necessidade de consentimento dos parlamentos nacionais.
  • A ideia está em estágio inicial e enfrenta resistência de governos que lembram que a adesão é baseada no mérito e exige ajustes legais.
  • A Ucrânia tornou-se candidata à UE em dois mil e vinte e dois, com negociações abertas no fim de dois mil e vinte e três, após o início do conflito com a Rússia.
  • A possibilidade de adesão em dois mil e vinte e sete já chegou a ser mencionada em planos de paz, mas muitos temperam a expectativa, apontando que a data é pouco realista e que o modelo exigiria apoio de todos os Estados-membros.

A Comissão Europeia estuda uma forma de permitir a entrada rápida da Ucrânia na UE como parte de um acordo de paz com a Rússia, mas sem conceder direitos plenos de adesão imediatamente. A ideia está em estágio inicial e seria um gesto aos ucranianos.

Segundo autoridades da UE, o conceito permitiria acesso rápido, com direitos limitados, que evoluiriam conforme avanços na conformidade com padrões da UE. A adesão completa ocorreria apenas após períodos de transição e progresso.

A proposta surge no contexto de um plano de paz de 20 pontos discutido entre EUA, Ucrânia e UE, que prevê a adesão da Ucrânia em 2027 como garantia econômica e de estabilidade. Contudo, o objetivo é visto como pouco realista por muitos governos.

Aqueles que apoiam a ideia argumentam que a adesão, mesmo limitada, ajudaria a Ucrânia a buscar reformas e a oferecer um marco de estabilidade para decisões futuras. O conceito seria politicamente sensível.

A alternativa de “membro com direitos limitados” exigiria a aprovação dos governos nacionais e dos parlamentos dos 27 membros, mantendo, ainda, limites ao voto e a direitos plenos de participação.

Especialistas destacam que esse modelo contraria o caminho tradicional de adesão, que é baseado no mérito e na conformidade com normas. A discussão envolve impactos para países que seguem o processo tradicional.

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