- O primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, disse a Donald Trump que impor tarifas a aliados pela segurança coletiva da OTAN é errado.
- Starmer fez ligações para a premiê dinamarquesa Mette Frederiksen, a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, e o secretário-geral da OTAN, Mark Rutte.
- Depois disso, ele manteve contato telefônico com Trump.
- O governo destacou que a segurança no High North é prioridade para todos os aliados da OTAN para proteger interesses euro‑atlânticos.
O primeiro-ministro britânico Keir Starmer afirmou a liderança dos Estados Unidos está errada ao aplicar tarifas a aliados que trabalham pela segurança coletiva da OTAN, em reação a tarifas propostas sobre Groenlândia. A declaração saiu após uma rodada de ligações que incluiu líderes europeus e, posteriormente, uma conversa com o presidente dos EUA, Donald Trump.
Segundo a assessoria de Downing Street, Starmer manteve contactos com a primeira-ministra dinamarquesa Mette Frederiksen, a presidente da Comissão Europeia Ursula von der Leyen e o secretário-geral da OTAN, Mark Rutte. Em seguida, o premiê falou com Trump sobre o tema e reiterou sua posição.
A posição de Starmer enfatiza a prioridade da segurança no Alto Ártico para todos os aliados da OTAN e o interesse euro-atlântico. Alega que medidas que punem aliados dificultam a cooperação estratégica na região. O episódio envolve questões sobre Groenlândia e geopolítica do norte.
Contatos e contexto diplomático
- O objetivo central é manter cooperação entre aliados da OTAN diante de tensões com políticas comerciais.
- As conversas reforçam o debate sobre tarifas e o impacto na segurança coletiva da aliança.
- O tema surge em meio a discussões sobre segurança no Ártico e interesses estratégicos europeus e americanos.
Relatório de reportagem de Ruchika Khanna, em Bengaluru, com edição de Elizabeth Piper, Alexander Smith e Nia Williams.
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