- As eleições de 11 de janeiro em Benim não elegeram cadeiras da oposição; duas siglas pró-Talon controlam o parlamento, com 60 e 49 cadeiras respectivamente.
- A União Progressista para a Renovação tem 60 das 109 cadeiras, com 41,15% dos votos; o Bloco Republicano ficou com 49 cadeiras, 36,64% dos votos.
- Os Democratas, principal partido de oposição ligado ao ex-presidente Boni Yayi, obtiveram 16,14% dos votos e não atingiram o limiar de 20% para representar o parlamento.
- O resultado tende a ampliar o domínio do Poder Executivo, conforme nota da consultoria Signal Risk.
- O comparecimento foi de 36,73%; foram relatadas irregularidades como abertura tardia de urnas e exclusão de supervisores da contagem.
Oposição de Benin não conquista cadeiras no parlamento, segundo resultados provisórios. Em 11 de janeiro, em Cotonou, as eleições mostraram domínio de duas aliança pró-Presidente Patrice Talon sobre o Legislativo, enquanto a oposição não atingiu o requisito de vagas.
As primeiras projeções indicam que a União Progressista pela Renovação ficará com 60 das 109 cadeiras, após obter 41,15% dos votos. O Bloco Republicano terá 49 assentos, com 36,64% das validações. O 3º grupo, Os Democratas, registrado como principal oposição, somou 16,14% e não atingiu o piso de 20% para vagas.
A derrota da oposição amplia a percepção de exclusão política e reduz a capacidade de fiscalização institucional sobre o Executivo. Inicialmente, houve relatos de irregularidades por parlamentares oposicionistas, como abertura tardia de urnas e exclusão de fiscais do apuramento, conforme relatos de Nadin Kokode.
A Justiça Eleitoral informou ocorrências logísticas mínimas durante a votação e disse que os incidentes foram rapidamente contidos. A participação eleitoral ficou em 36,73% dos eleitores aptos, segundo a comissão eleitoral.
As eleições ocorrem pouco mais de um mês após uma tentativa de golpe de militares contra Talon e três meses antes da eleição presidencial, que definirá o terceiro mandato do presidente. Fontes oficiais destacam que os resultados ainda precisam ser validados pelo Tribunal Constitucional.
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