- A comissão parlamentar de segurança nacional do Irã disse que qualquer ataque ao líder supremo, Ayatollah Ali Khamenei, acionaria uma declaração de jihad (guerra santa).
- A declaração foi citada pela agência de notícias estudantil iraniana (ISNA).
- O recado ocorre em meio a tensões entre Irã e Estados Unidos após a dura repressão aos protestos no Irã.
- A comissão afirmou ainda que “qualquer ataque ao líder supremo significa declaração de guerra com o mundo islâmico inteiro” e dependeria de um decreto de jihad emitido por estudiosos islâmicos.
- A resposta dos “soldados do Islã” ao redor do mundo também seria aguardada.
O parlamento iraniano afirmou que qualquer ataque ao líder supremo, Ayatollah Ali Khamenei, provocaria uma declaração de jihad, ou guerra santa, segundo a Agência de Notícias Estudantil Iraniana (ISNA), nesta terça-feira. A mensagem foi veiculada pela comissão parlamentar de segurança nacional do país e reproduzida por agências internacionais.
A comissão descreveu que o ataque ao líder traria “guerra com todo o mundo islâmico” e dependeria de uma decisão de jihad emitida por estudiosos islâmicos, bem como da resposta dos “soldados do Islã” em diversas partes do mundo. A declaração intensifica a retórica diante de tensões recentes entre Irã e Estados Unidos.
O contexto envolve protestos que se espalharam pelo Irã e uma resposta do governo americano, com o presidente dos EUA na época levantando a possibilidade de uma reação. Autoridades iranianas não divulgaram detalhes operacionais sobre possíveis ações ou desdobramentos específicos.
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