- Mais de 100 caminhoneiros foram deportados no ano passado por excederem os 90 dias permitidos na União Europeia; mais 100 deportações foram anunciadas na semana passada, segundo a Logistika, que representa 47 mil trabalhadores.
- Em Gevgelija, na fronteira entre Grécia e Macedônia do Norte, cerca de 100 caminhões com bandeiras da Macedônia bloquearam o terminal de cargas.
- Caminhoneiros da Bósnia, Montenegro e Sérvia bloquearam fronteiras em seus respectivos países.
- Os motoristas exigem extensão do tempo de permanência na área de Schengen, argumentando que o volume de frete faz o limite ser atingido rapidamente.
- O relato aponta risco para a economia dos Balcãs e para empregos em transportadoras, caso a situação persista.
Na fronteira entre Grécia e Macedônia do Norte, em Gevgelija, cerca de 100 caminhões com bandeiras da Macedônia bloquearam o terminal de carga. Motoristas de Bósnia e Herzegovina, Montenegro e Sérvia participaram da manifestação.
Segundo a associação bosníaco de logística Logistika, que representa 47.000 trabalhadores do setor, mais de 100 motoristas foram deportados no ano passado por exceder o limite de 90 dias no Espaço Schengen. Outra centena teria sido anunciada na última semana.
O protesto ocorre pela extensão do tempo de permanência permitido para motoristas no Schengen, já que o volume de frete reduz o prazo de visita, gerando pressão sobre as operações de transporte.
A comunidade empresarial regional vê o movimento como risco para a economia dos Bálcãs, com autoridades locais buscando soluções para evitar interrupções no fluxo de mercadorias e no emprego do setor.
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