- A comissão parlamentar aprovou uma redução de 69,38 bilhões de rupiah no orçamento do Basarnas, de 1,55 trilhão para 1,48 trilhão.
- O corte faz parte de um esforço para realocar gastos do governo para programas prioritários, como o programa de refeições gratuitas e o aumento dos gastos com defesa.
- O Basarnas pediu mais recursos, mas o comitê reconheceu a necessidade de financiamento adicional e confirmou a redução.
- A Indonésia está na “cintura de fogo do Pacífico” e teve desastres em janeiro, com inundações e deslizamentos; ao menos 34 pessoas morreram em West Java e 32 continuam desaparecidas.
- O chefe do Basarnas, Mohammad Syafii, afirmou que seria útil ter escritórios locais em cada região, já que o país possui 514 regiões (hoje o órgão tem 38 escritórios).
A bancada parlamentar aprovou corte de 69,38 bilhões de rupias no orçamento da Basarnas, a agência de resgate da Indonésia. O montante reduz a despesa de 1,55 trilhão para 1,48 trilhão de rupias. A decisão ocorreu nesta quarta-feira.
A medida faz parte de uma estratégia para realocar gastos para programas prioritários do governo, como o programa de alimentação gratuita e o aumento do gasto com defesa. O Ministério da Economia propôs o corte.
O Basarnas reagiu de forma contida, ressaltando necessidade de melhorias para otimizar funções e tempo de resposta. O presidente da agência destacou a atuação em várias regiões do país.
Contexto de desastres e impacto operacional
A Indonésia fica no Cinturão de Fogo do Pacífico, área de forte atividade sísmica. Em janeiro, enchentes e deslizamentos provocaram mortes e o resgate busca 32 desaparecidos em West Java.
Desastres no final de ano passado na Sumatra também causaram altas cifras de vítimas e deslocados, elevando a demanda por resposta rápida. A redução orçamentária ocorre mesmo nesse cenário.
Estrutura e presença regional
Atualmente a Basarnas conta com 38 escritórios regionais, duas dezenas a menos que o número de regiões. Existem 514 regiões administrativas no país, o que amplia a necessidade de atuação descentralizada.
O chefe da Basarnas, Mohammad Syafii, participou da reunião e confirmou a decisão, destacando a necessidade de mais recursos para ampliar a capacidade de resposta. Não houve mudança no comando imediato.
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