- Laura Fernández venceu as eleições presidenciais na Costa Rica com ampla vantagem, em um pleito realizado no domingo, 1º de abril, com 88,43% das cédulas contadas.
- A candidata populista de direita quase atingiu metade dos votos, precisando de pelo menos quarenta por cento para vencer no primeiro turno.
- Fernández é protegida e ex-chefe de gabinete do presidente Rodrigo Chaves; prometeu manter políticas de segurança rígidas, propostas populistas e mensagem antiestablishment.
- Ela sinalizou que incluirá Chaves em seu governo, embora a reeleição consecutiva não seja permitida no país.
- Álvaro Ramos ficou em torno de um terço dos votos e Claudia Dobles ficou com pouco menos de cinco por cento.
A Costa Rica vivenciou as eleições gerais neste domingo, com a candidata de direita Laura Fernández vencendo com larga vantagem. Às 88,43% das cédulas apuradas, Fernández já liderava o pleito, após ter atingido a maioria necessária para não haver segundo turno. O recorte ocorreu na capital, San José, e o resultado indica a vitória no contexto de um processo eleitoral que busca definir o próximo governante do país.
Fernández é protegida e ex-chefe de gabinete do atual presidente Rodrigo Chaves. Ela prometeu manter políticas de segurança rígidas, propostas populistas e uma mensagem anti-establishment. Embora a reeleição consecutiva não seja permitida na Costa Rica, a campanha informou a intenção de manter Chaves em seu eventual governo.
Entre os adversários, Álvaro Ramos, economista centrista, ficou com cerca de um terço dos votos, enquanto Claudia Dobles, arquiteta progressista e ex-primeira-dama, ficou com pouco menos de 5%. Ramos afirmou que continuará o esforço de campanha, disse que apoiará decisões de Fernández quando favorecem o país e se oporá quando não for o caso.
Os apoiadores de Fernández se reuniram em San José na Fonte da Hispanidad para comemorar, com bandeiras e símbolos do partido. O discurso da candidata enfatizou a transformação do cenário político, destacando que a Costa Rica entraria em uma “nova era política” e que a era atual seria substituída pela denominada terceira república.
A vitória política ocorre em meio a um cenário de expectativa sobre a formação da futura maioria no Congresso, com o partido governista projetando ampliar sua bancada. A apuração continua até consolidar os resultados oficiais e definir o equilíbrio entre os poderes do país.
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