- O presidente Donald Trump defendeu três membros de seu gabinete — Kristi Noem, Tulsi Gabbard e Pam Bondi — durante o National Prayer Breakfast em Washington.
- Em discurso informal, ele elogiou a força militar dos EUA e ressaltou ações de lei e ordem no exterior.
- Defendeu Noem, citando a atuação na fronteira sul e o combate ao crime, apesar de críticas após incidentes envolvendo protestos em Minnesota.
- Defendeu Gabbard em relação à operação do FBI em Atlanta e levantou dúvidas sobre interferência eleitoral, sugerindo participação russa.
- Comentou sobre a Venezuela, afirmou cooperação com Delcy Rodríguez e elogiou os desdobramentos envolvendo Maduro, mantendo tom de apoio à política externa dos EUA.
Durante o National Prayer Breakfast em Washington, o presidente Donald Trump defendeu três membros de seu gabinete cuja atuação tem sido alvo de críticas. Em discurso rápido e sem teleprompter, destacou a força militar dos EUA e temas de lei e ordem.
Trump citou ações de seus aliados para justificar políticas de imigração e combate ao crime, além de elogiar decisões relacionadas à fronteira. Em Washington, o tom foi alinhado com o foco em segurança interna e demonstração de poder militar.
Defesa de Noem e políticas de fronteira
O presidente afirmou que não deveria demitir a secretária de Segurança Interna, Kristi Noem, mesmo após incidentes envolvendo a polícia federal em Minnesota. Ele ressaltou a rigidez das medidas de fronteira e o combate ao tráfico de pessoas.
Também mencionou mudanças na gestão da crise em Minnesota, com a reacomodação de responsáveis pela operação de fronteira. Segundo Trump, a resposta tem sido firme e voltada à proteção das comunidades.
Gabbard e a eleição de 2020
Trump defendeu Tulsi Gabbard, diretora de Inteligência Nacional, presente ao lado dele. O presidente ressaltou a atuação de Gabbard durante investigações envolvendo instalações eleitorais na Geórgia, no contexto de questionamentos sobre a eleição de 2020.
Gabbard enviou uma carta aos legisladores mencionando a presença de agentes do FBI em Atlanta. A linguagem do discurso manteve o tom de apoio, sem afastar a hipótese de interferência externa nas eleições.
Relações com a Venezuela
O discurso também mencionou a prisão de Nicolás Maduro e o controle de parte do petróleo venezuelano, ocorrido no mês anterior, segundo Trump. O presidente afirma manter relação com a gestão interina de Delcy Rodríguez e diz estar em vias de cooperação estável.
Em meio a esses temas, Trump exaltou a capacidade militar norte-americana, reforçando a ideia de dissuasão e prontidão para eventual ação externa. A fala, realizada diante de líderes religiosos e legisladores, destacou ainda o apoio a aliados internos.
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