- Pequim afirmou que a política da China em relação ao Japão não mudará por causa de uma eleição específica.
- A coalizão da primeira-ministra japonesa Sanae Takaichi venceu eleições realizadas no fim de semana, abrindo caminho para cortes de impostos e aumento do gasto militar.
- Takaichi provocou atrito diplomático em novembro ao classificar como situação de sobrevivência possível uma ataque chinês a Taiwan, o que poderia exigir resposta militar japonesa.
- a China reivindica soberania sobre Taiwan, que é governada democraticamente pela ilha, enquanto Taipé contesta essa reivindicação.
- O Ministério das Relações Exteriores da China pediu, nesta segunda-feira, que o primeiro-ministro japonês retire as falas sobre Taiwan.
China afirma que política boa relação com Japão não será alterada por uma eleição específica. O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores revelou isso nesta segunda-feira, em Pequim. A declaração seguiu o resultado das urnas no Japão.
A coalizão da primeira-ministra japonesa Sanae Takaichi venceu as eleições realizadas no domingo, abrindo caminho para cortes de impostos e aumento dos gastos militares. Os detalhes completos do pleito continuam a ser avaliados pelas autoridades japonesas.
Contexto diplomático
Takaichi provocou atrito com Pequim em novembro, ao dizer que um ataque chinês a Taiwan poderia representar uma situação de “sobrevivência ameaçada” para o Japão e potencialmente desencadear resposta militar. Taiwan é reivindicado pela China, mas o governo taiwanês contesta esse domínio.
China reforça posição sobre Taiwan e cobra retirada de declarações de Takaichi. O porta-voz Lin Jian pediu esclarecimentos durante a coletiva de imprensa regular nesta segunda-feira.
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