- O ciclone tropical Gezani atingiu a costa leste de Madagascar, deixando nove mortos, 19 feridos e cerca de 1.500 moradores evacuados como precaução em Toamasina.
- Toamasina, segunda maior cidade do país, sofreu cenas de destruição com ventos fortes e chuvas intensas.
- Em seu pico, Gezani teve ventos sustentados de cerca de 185 km/h e rajadas que chegaram a quase 270 km/h, suficientes para arrancar telhas de metal e derrubar árvores.
- Autoridades fecharam escolas e prepararam abrigos de emergência; o aumento do nível do mar já provocava alagamentos nas ruas da região.
- Na manhã de hoje, Gezani enfraqueceu para tempestade tropical moderada e se deslocou para o interior, cerca de 100 km ao norte de Antananarivo, devendo cruzar os planaltos centrais de leste a oeste.
O ciclone tropical Gezani atingiu a costa leste de Madagáscar, provocando a morte de nove pessoas e deixando dezenas de feridos. O impacto ocorreu na segunda maior cidade do país, Toamasina, com ventos fortes, chuvas intensas e danos generalizados em áreas residenciais. Autoridades informaram também que cerca de 1.500 moradores foram evacuados como medida de precaução.
O escritório de gestão de desastres do país confirmou 19 feridos e descreveu cenas de caos na região costeira, onde estruturas metálicas sofreram abalos e árvores foram derrubadas. Domingos antes, escolas haviam sido fechadas e abrigos emergenciais preparados para receber a população afetada.
Gezani, que chegou ao litoral com ventos sustentados de 185 km/h e rajadas de até 270 km/h, perdeu força ao avançar pelo interior. Às primeiras horas de quarta-feira, o serviço meteorológico informou que o ciclone se deslocava para o oeste, cerca de 100 km ao norte de Antananarivo, e atravessaria as Terras Altas centrais antes de seguir rumo ao Canal de Mozambique.
Desdobramentos e próximos passos
Segundo o boletim meteorológico, Gezani deverá atravessar as Terras Altas de leste a oeste hoje, antes de desenvolver rumo ao mar aberto. A previsão indica a possibilidade de circulação de ventos moderados na região ao longo das próximas 24 horas, com equipes de resposta monitorando áreas de risco.
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