- O secretário-geral da OTAN, Mark Rutte, afirmou em Munique que a aliança ficará mais liderada pela Europa, com os EUA mantendo presença significativa.
- Segundo ele, nos próximos anos a OTAN será cada vez mais europeia, sem abrir mão da participação norte-americana.
- Os países europeus devem aumentar consideravelmente os gastos com defesa.
- O processo ocorrerá passo a passo, em estreita cooperação com os Estados Unidos e com base no planejamento de defesa.
- A declaração foi feita durante a conferência de segurança de Munique.
O NATO deverá ficar mais liderado pela Europa, mantendo a presença forte dos Estados Unidos, segundo o secretário-geral da aliança, Mark Rutte. A afirmação foi feita nesta sexta-feira, em Munique, durante a Conferência de Segurança.
Rutte disse a repórteres que o processo será gradual e realizado em estreita colaboração com os EUA, baseado no planejamento de defesa vigente. Ele afirmou que o endurecimento do gasto militar pelos aliados europeus sustenta essa tendência.
O objetivo é uma NATO mais europeia, sem abandonar a participação norte-americana, destacou o secretário-geral. A declaração ocorreu em meio a discussões sobre reforço de capacidades defensivas na região.
Contexto estratégico
A fala sinaliza uma mudança na dinâmica de liderança dentro da aliança, com impacto potencial sobre prioridades de defesa e cooperação transatlântica. A imprensa registra o tema como crucial para a arquitetura de segurança europeia.
As informações foram divulgadas pela Reuters, com base em declarações de Rutte na munique. Não houve anúncios de políticas específicas nem datas fixas para mudanças estruturais.
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