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Suposto atirador de Bondi Beach realiza primeira audiência

Suspeito Naveed Akram, vinte e quatro, enfrenta cinquenta e nove acusações, entre quinze homicídios, quarenta tentativas de homicídio e crime terrorista, pelo ataque em Bondi Beach que deixou quinze mortos; apresentou-se por videoconferência, em prisão de alta segurança, com o caso adiado para abril

Two people embrace as police officers stand guard outside Bondi Pavilion following the attack on a Jewish holiday celebration at Sydney's Bondi Beach, in Sydney, Australia, December 15, 2025.
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  • Um homem acusado de abrir fogo durante uma celebração judaica de Hanukkah na Bondi Beach, em Sydney, compareceu pela primeira vez ao tribunal.
  • Naveed Akram, 24 anos, responde a 59 acusações, incluindo 15 de homicídio, 40 de ferimentos intencionais e crime relacionado ao terrorismo.
  • A polícia afirma que o ataque foi realizado com o pai, Sajid, 50 anos, que foi morto no local.
  • Akram participou via videoconferência do Goulburn Correctional Centre, onde está detido provisoriamente.
  • A defesa informou que o caso deve retornar ao tribunal em abril; o advogado afirmou que é cedo para definir a estratégia de defesa.

Um homem acusado de abrir fogo durante uma celebração de Hanukká na famosa Bondi Beach, em Sydney, apareceu pela primeira vez no tribunal nesta segunda-feira. A investigação aponta 15 mortes no ataque de 14 de dezembro e 59 acusações contra Naveed Akram, de 24 anos.

Segundo a promotoria, o réu responde a 15 acusações de homicídio, 40 de tentativa de homicídio com intenção e um crime relacionado a terrorismo. A polícia afirma que o ataque foi cometido com o colega de 50 anos, Sajid Akram, que também morreu no local.

A audiência ocorreu por meio de videoconferência, com Naveed Akram transmissa do Goulburn Correctional Centre, prisão de segurança máxima situada ao sul de Sydney, onde ele permanece em custódia preventiva.

O advogado de defesa, Ben Archbold, informou que o cliente enfrenta condições prisionais muito duras e que ainda é cedo para indicar a forma de eventual defesa ou o possível plano de leitura das acusações. O andamento do caso foi adiado para uma próxima etapa.

Archbold também disse ter visitado o réu na prisão e ressaltou a obrigação profissional de representação, sem comentar detalhes do ataque. O caso deve voltar ao tribunal em abril, segundo fontes da imprensa.

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