- Forças curdas sírias libertaram 34 australianos de um acampamento em Roj, no norte da Síria, onde estavam famílias de suspeitos do Estado Islâmico, e eles serão levados de avião a Canberra a partir de Damasco.
- Os 34 foram entregues aos familiares que vieram à Síria para a libertação e, em seguida, colocados em ônibus para seguir para Damasco.
- O acampamento Roj abriga mais de 2.000 pessoas de 40 nacionalidades, sendo a maioria mulheres e crianças.
- Milhares de pessoas associadas ao Estado Islâmico estão detidas em Roj e no acampamento vizinho, al-Hol, desde a expulsão do grupo de sua última posição territorial em 2019.
- Na semana passada, forças americanas concluíram uma missão de transferir 5.700 prisioneiros do IS do território sírio para o Iraque.
Oito-4?
Não, 34. A Redação: 34 australianos foram liberados por forças curdas na Síria, nesta segunda-feira, do campo de Roj, que abriga famílias de suspeitos de extremismo islâmico, na região norte do país. Eles devem ser transferidos de Damasco para a Austrália.
Hukmiya Mohamed, co-diretor do campo de Roj, informou à Reuters que os 34 australianos foram entregues aos familiares que vieram à Síria para acompanhar a liberação. Segundo ele, as pessoas embarcaram em ônibus pequenos com destino a Damasco.
Roj camp abriga mais de 2 mil pessoas de cerca de 40 nacionalidades, com a maioria sendo mulheres e crianças. O local, junto com o acampamento vizinho al-Hol, acumula milhares de pessoas associadas ao Estado Islâmico desde 2019, quando o grupo perdeu seu último reduto territorial na Síria.
Ao longo de janeiro, forças do governo sírio retomaram trechos do norte do país em ofensiva contra áreas controladas pelas forças curdas. Foi negociado um cessar-fogo no dia 29 do mês. A ampliação de operações envolve também a cooperação regional e internacional para o manejo de detidos.
Na semana passada, a campanha militar dos EUA concluiu uma operação para transferir aproximadamente 5.700 detidos do EI, em grande parte homens adultos, do território sírio para o Iraque. As informações ajudam a entender o contexto de reestruturação de detidos na região.
Fonte: agências internacionais.
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