- O secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, disse que o presidente Donald Trump está comprometido com o sucesso do primeiro-ministro húngaro Viktor Orban, por considerar sua liderança crucial para os interesses nacionais dos EUA.
- Rubio fez as declarações durante uma coletiva de imprensa conjunta com Orban em Budapeste, em que reconheceu uma “era de ouro” nas relações entre EUA e Hungria, condicionada à continuidade da liderança de Orban.
- O encontro ocorreu durante a segunda etapa de uma viagem de Rubio pela Europa central, que incluiu passagem pela Eslováquia.
- Orban enfrenta eleições parlamentares em dezoito de abril, em meio a uma campanha acirrada que pode impactar movimentos conservadores e de direita na Europa.
O presidente dos EUA, Donald Trump, está comprometido com o sucesso do primeiro-ministro húngaro Viktor Orbán, afirma o secretário de Estado, Marco Rubio. A declaração foi feita durante uma coletiva em Budapeste, ao lado de Orbán, nesta segunda-feira.
Rubio disse que as relações entre EUA e Hungria vivem uma “era de ouro”, condicionada à continuidade da liderança de Orbán. O afastamento do premiê seria visto como prejudicial aos interesses nacionais norte-americanos, segundo o senador.
O diplomata estava em uma viagem de dois dias pela Europa Central, com paradas na Eslováquia e na Hungria. A visita ocorre em meio a críticas à União Europeia, de países conservadores que cultivam laços próximos com o governo norte-americano.
Orbán enfrenta eleições parlamentares em 12 de abril, que devem testar a força de seu partido Fidesz desde o primeiro mandato, iniciado após vitória expressiva em 2010. O pleito terá impacto regional sobre o equilíbrio político na Europa.
Histórico de Orbán mostra atritos com a UE, aliado próximo de Trump em temas de imigração e valores cristãos. O premiê mantém relação cordial com a Rússia e tem posições críticas em relação à Ucrânia.
Na visão de parte da ala direita dos EUA, Orbán é referência para políticas conservadoras defendidas por Trump. A agenda representa, para alguns setores norte-americanos, um modelo de governança com foco em soberania nacional e controles migratórios.
Contexto: a relação estreita entre EUA e Hungria se insere em um cenário de alianças entre governos conservadores na região, com atenção aos desdobramentos do pleito europeu e às atitudes em relação à União Europeia, Rússia e Ucrânia.
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