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Países que não adotarem IA podem ficar para trás, diz George Osborne

George Osborne alerta que países que não adotarem inteligência artificial podem ficar para trás, mais pobres e com força de trabalho menos estável

Osborne said workforces might be ‘less willing to stay put’ and want to seek AI-enabled fortunes elsewhere.
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  • George Osborne, ex-ministro das Finanças e hoje chefe do programa “for countries” da OpenAI, disse em Delhi que países que não adotarem IA podem ficar mais fracos e pobres.
  • Ele posicionou a escolha entre IA produzida nos Estados Unidos ou pela China, as duas maiores potências nesse avanço tecnológico.
  • A cúpula intergovernamental de IA busca usar IA para beneficiar o sul global, incluindo idiomas regionais e melhorias na agricultura e na saúde pública.
  • Sriram Krishnan, assessor sênior de IA da Casa Branca, afirmou o interesse de ampliar o uso da IA americana e criticou a Regulação da UE sobre IA.
  • Líderes africanos destacaram a importância de parcerias regionais e de desenvolver IA local, enquanto reforçam evitar dependência exclusiva de EUA ou China; o ex-primeiro-ministro britânico Rishi Sunak pediu ações mais audaciosas na implantação de IA.

O ex-secretário de Estado britânico George Osborne, agora à frente do programa internacional da OpenAI, alertou líderes reunidos no AI Impact Summit, em Delhi, sobre o risco de ficarem para trás quem não adotar IA avançada. Ele disse que países podem enfrentar Fomo e terem economias mais fracas se não implementarem sistemas de IA.

Osborne, que ocupa o cargo de cabeça do programa “for countries” da gigante de IA avalia que a escolha global é entre IA desenvolvida nos EUA ou na China, as duas potências com as tecnologias mais avançadas. O objetivo é avaliar como a IA pode beneficiar agricultura, saúde e idiomas regionais.

Contexto e apontamentos da conferência

O encontro, organizado pelo governo indiano, ocorre no contexto de uma cúpula intergovernamental sobre IA que já passou por Reino Unido, Coreia do Sul e França. A meta é fortalecer padrões de segurança e incentivar a aplicação de IA para o sul global, sem reduzir a soberania nacional.

Especialistas destacam que não existe consenso sobre dependência exclusiva de IA norte-americana ou chinesa. Líderes de tecnologia de África ressaltam a possibilidade de desenvolver soluções locais, combinando recursos regionais com tecnologias internacionais. Em Benin, por exemplo, autoridades planejam modelos de IA para serviços públicos que integrem dados nacionais.

Rwanda também participa das discussões, com o governo buscando parcerias com empresas de IA que não criem dependência excessiva. A ideia é diversificar fornecedores e manter autonomia tecnológica, aproveitando a inovação com cuidado regulatório.

Outras perspectivas trazem cautela sobre regulações. A agenda de políticas públicas e de segurança envolve debates sobre impactos e oscilações no cenário regulatório global. Com isso, os participantes destacam a necessidade de ações concretas para acelerar a adoção responsável de IA.

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