- O Departamento do Tesouro dos Estados Unidos anunciou, na quinta-feira, sanções a três comandantes do grupo paramilitar Rapid Support Forces, por seu papel no cerco e tomada de al-Fashir, após dezoito meses de ofensiva.
- Uma investigação independente das Nações Unidas afirmou que os massacres de comunidades não árabes durante a tomada apresentam indícios de genocídio.
- A matéria foi apurada pela Reuters em dezenove de fevereiro, com reportagem de Ryan Patrick Jones.
O Departamento do Tesouro dos EUA anunciou sanções contra três comandantes das Forças de Apoio Rápido (RSF), grupo paramilitar do Sudão, devido ao papel deles no cerco e na tomada da cidade de al-Fashir, que se estende há 18 meses. A medida foi divulgada nesta quinta-feira.
Segundo o aviso, as sanções visam cortar vias de financiamento e restringir atividades dos envolvidos no comando da RSF durante o cerco. A ação reforça a pressão internacional sobre o grupo para encerrar ataques e violações em áreas controladas pelo RSF.
Um relatório independente da ONU, divulgado na mesma quinta-feira, afirma que as mortes de comunidades não árabes durante a tomada de al-Fashir apresentam traços de genocídio. O documento destaca evidências que indicam perseguição coletiva.
Sanções dos EUA contra comandantes das RSF
- O texto oficial cita três comandantes sancionados pelo governo americano.
- A medida envolve restrições que afetam ativos e atividades internacionais vinculadas aos indivíduos.
Relatório da ONU aponta indícios de genocídio
- O relatório independentemente apurado aponta padrões de violência direcionados a comunidades não árabes.
- A conclusão reforça a gravidade dos acontecimentos em al-Fashir e demanda ações internacionais.
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