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Protesto contra reforma trabalhista na Argentina gera confronto com polícia

Confronto entre policiais e manifestantes marca protesto em Buenos Aires durante greve geral contra a reforma trabalhista de Milei; sessão no Congresso continua

Repressão policial contra protesto na Argentina. Foto: Luis Robayo/AFP
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  • Em Buenos Aires, policiais e manifestantes entraram em confronto nesta quinta-feira, dia 19, durante uma greve geral convocada pela central sindical CGT contra a reforma trabalhista.
  • O protesto ocorreu próximo ao Congresso, onde a sessão para discutir a reforma de desregulamentação trabalhista seguia até tarde.
  • O confronto começou quando parte dos participantes já havia se retirado; garrafas e pedras foram lançadas contra o cordão policial, que respondeu com água e gás lacrimogêneo.
  • Na semana anterior, houve confrontos mais violentos, com coquetéis molotov e pedras, resultando na detenção de cerca de trinta pessoas.
  • A CGT divulgou que a greve teve adesão expressiva, especialmente no setor de transportes, estimando participação de cerca de noventa por cento; a reforma prevê redução de indenizações, jornada de até doze horas e limitação do direito de greve.

O protesto contra a reforma trabalhista na Argentina terminou em confronto entre policiais e manifestantes em Buenos Aires nesta quinta-feira 19. A mobilização ocorreu durante uma greve geral convocada pela CGT. O ato, que se desenrolou nos arredores do Congresso, começou ao meio-dia de forma pacífica e reuniu milhares de pessoas, segundo a AFP. A motivação é a oposição à reforma trabalhista defendida pelo presidente Javier Milei.

Dezenas de pessoas estiveram envolvidas nos confrontos que se intensificaram após parte dos manifestantes deixar o local. Moradores lançaram garrafas e pedras contra o cordão policial, que se posicionado atrás de grades para impedir o acesso à sede do Legislativo. As forças de segurança reagiram com canhões de água e gás lacrimogêneo. Ao fim da tarde, algumas dezenas de manifestantes e fileiras de policiais permaneciam em tensão no entorno.

Enquanto isso, a Câmara dos Deputados discutia o projeto de desregulamentação trabalhista, em sessão que se previa longa. A reforma já havia sido aprovada no Senado e segue para votação na casa, com a oposição alegando impactos nos direitos trabalhistas.

Contexto da greve da CGT

A greve nacional teve adesão expressiva, especialmente no setor de transportes, segundo Jorge Sola, líder da CGT. Ele afirmou que a paralisação representou cerca de 90% de participação, sendo a maior entre as quatro realizadas no governo Milei.

Pontos da reforma trabalhista

A reforma prevê redução de indenizações, extensão da jornada de trabalho para 12 horas e limitação do direito de greve, entre outros pontos polêmicos. A oposição critica impactos sobre direitos dos trabalhadores, enquanto apoiadores dizem buscar maior flexibilidade econômica.

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