- O Telegram afirmou não ter encontrado brechas na sua criptografia.
- A empresa rejeita a alegação do governo russo de que serviços de inteligência estrangeiros conseguem ver mensagens de soldados russos.
- Diz que a acusação é uma fabricação para justificar a proibição do Telegram e forçar cidadãos a usar uma plataforma estatal de vigilância.
- A declaração foi feita em resposta a um pedido da Reuters, com a declaração vindo de Moscou, em dezoito de fevereiro.
- O comunicado reforça que não houve comprovação de violação da criptografia pelo aplicativo.
O aplicativo de mensagens Telegram informou que não identificou falhas em sua criptografia. O posicionamento reage a uma alegação do governo russo de que serviços de inteligência estrangeiros seriam capazes de interceptar mensagens de soldados russos.
A empresa afirmou, em resposta a um pedido da Reuters, que a acusação do governo russo é uma fabricação deliberada. Segundo a Telegram, o objetivo seria justificar a proibição da plataforma e incentivar a migração para um serviço estatal de vigilância.
A nota não detalha evidências sobre o tema, mas descreve a denúncia como parte de uma estratégia de censura e de controle de comunicação. A Reuters pediu esclarecimentos adicionais, o que ainda não resultou em novas informações públicas.
O episódio ocorreu em Moscou, em 19 de fevereiro, e envolve a Telegram e autoridades russas. A mensagem da empresa busca tranquilizar usuários quanto à integridade de suas comunicações diante de pressões regulatórias.
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