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Virginia Giuffre, a única vítima identificada do príncipe André

Virginia Giuffre, única vítima identificada do príncipe Andrew, relata abusos de Epstein e Maxwell e motiva ações legais e acordo milionário

Virginia Giuffre, víctima del príncipe Andrés Mountbatten Windsor, muestra una foto suya de adolescente.
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  • Virginia Giuffre é apresentada como a única vítima identificada do ex‑duque de York, com relatos de três encontros sexuais com ele; ela morreu em abril de 2025 aos 41 anos.
  • Ela descreve, em memórias póstumas, como Epstein e Ghislaine Maxwell a apresentaram ao príncipe em março de 2001, em Londres.
  • O primeiro encontro ocorreu no Mar‑a‑Lago; Giuffre foi pressionada por Maxwell a participar de atividades com Epstein, e o marido de Giuffre relata ter sido questionado sobre idade e anticoncepcionais.
  • O terceiro encontro foi na ilha de Epstein, envolvendo Giuffre, Epstein, Andrés e outras cerca de oito garotas.
  • Giuffre processou o príncipe em 2021 por agressão sexual; em 2022 houve acordo extrajudicial multimilionário, estimado pela imprensa em cerca de € 14 milhões.

Virginia Giuffre é a única vítima identificada associada ao ex-príncipe Andrew, segundo relatos reunidos por veículos internacionais. Ela foi a primeira denunciante dos crimes sexuais relacionados a Jeffrey Epstein e sua rede de exploração.

Giuffre afirma ter sido submetida a abusos sexuais pelo príncipe em três ocasiões, após ser apresentada por Epstein e Ghislaine Maxwell. Em suas memórias póstumas, *Nobody’s Girl*, ela descreve encontros em 2001 em Londres, Nova York e na ilha associada a Epstein.

Os relatos apontam que o primeiro encontro ocorreu em 10 de março de 2001, em Londres, durante uma viagem da dupla Epstein e Maxwell. Em seguida, houve um segundo encontro em Nova York, com registro de uma foto publicitária envolvendo o príncipe e Giuffre.

O terceiro encontro, segundo as memórias, ocorreu na ilha de Epstein e envolveu várias pessoas. Giuffre afirma que, na época, várias jovens teriam sido levadas para encontros com Epstein, Maxwell e outros envolvidos.

Em 2021 Giuffre moveu ação por agressão sexual contra Andrew; em fevereiro de 2022 houve acordo extrajudicial multibilionário, estimado pela imprensa em cerca de 14 milhões de euros, parte financiada pelo patrimônio da rainha consorte.

A linha do tempo do caso tem início no Mar-a-Lago, clube de Donald Trump, onde Giuffre começou a trabalhar. Maxwell teria identificado a jovem e a convidado à residência de Epstein, desencadeando a sequência de abusos descritos.

A família de Giuffre agradeceu a atuação policial, destacando que ninguém está acima da lei. Em outubro, o rei Carlos III retirou o título de nobreza do irmão, o que a família celebrou como reconhecimento de justiça, segundo declarações públicas.

Contexto e desdobramentos

  • Giuffre tornou-se defensora de vítimas de exploração sexual ao fundar a organização Speak out, Act, Reclaim, após denunciar Epstein.
  • O caso envolve representação pública de autoridades britânicas e estadounidenses, com investigações e registros judiciais que ampliam o debate sobre responsabilização de figuras de alto escalão.
  • A narrativa destaca a trajetória da vítima, desde a infância difícil até o ativismo e a busca por justiça.

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