- A Ucrânia pode exportar vários bilhões de dólares em material e serviços de defesa neste ano, após autorizar as primeiras vendas externas durante a guerra.
- A maior parte das 40 candidaturas aprovadas pela comissão de licenças durante a guerra é para reimportação, equipamentos e serviços voltados ao front.
- Um imposto sobre exportações de defesa está sendo considerado, para justificar as receitas usadas no próprio esforço militar.
- Países aliados, incluindo Alemanha, Reino Unido, Estados Unidos e nações do Norte da Europa, bem como países do Oriente Médio e de uma região da Ásia, demonstraram interesse.
- O foco de Kyiv é priorizar cooperação com parceiros e criar cadeias de suprimento, em vez de apenas vender produtos prontos, com ênfase em tecnologia de defesa e colaboração.
Ukraine poderá exportar vários bilhões de dólares em material e serviços militares neste ano, após autorizar as primeiras vendas externas em tempo de guerra. A afirmação foi feita em Kyiv em 20 de fevereiro pelo vice-secretário do Conselho de Segurança Nacional e Defesa, Davyd Aloian.
Aloian disse à Reuters que, ao incluir produtos prontos, peças, componentes e serviços, o montante total fica na casa de vários bilhões de dólares. Ele destacou que o potencial é significativamente superior às exportações pré-guerra.
Paralisação e foco no front
A Ucrânia interrompeu exportações de armas após a invasão russa de fevereiro de 2022 e tem dependido de fornecedores parceiros para suprimentos militares. Enquanto amplia a indústria de armamentos, Kiev prioriza necessidades próprias diante de avanços russos no leste e ataques aéreos.
Interesse internacional e modelo de cooperação
Aloian apontou interesse de aliados como Alemanha, Reino Unido, EUA, países nórdicos, três nações do Oriente Médio e pelo menos uma nação asiática. O objetivo inclui parcerias, joint ventures e novas cadeias de fornecimento para o front, mantendo a prioridade no benefício nacional.
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