- Icelandic Prime Minister Kristrun Frostadottir anunciou que, nos próximos meses, haverá um referendo sobre adesão à União Europeia.
- A declaração ocorreu em coletiva de imprensa na Polônia, após reunião com o primeiro-ministro polonês Donald Tusk.
- O objetivo é avaliar a possível reabertura das negociações de adesão com a União Europeia.
- Em 2013, Reykjavik deixou de lado as negociações após quatro anos de talks.
- A surpresa sobre interesse voltou a crescer por causa do aumento do custo de vida e da guerra na Ucrânia, de acordo com pesquisas.
Iceland dará a referendum sobre a adesão à União Europeia nos próximos meses, anunciou a primeira-ministra Kristrun Frostadottir em coletiva na Polônia. A decisão foi comunicada após encontro com o premiê polonês Donald Tusk, em Varsóvia.
A primeira-ministra afirmou que o país se prepara para o referendo, que pode reabrir negociações de adesão com o bloco europeu. O anúncio ocorre após reunião com o governo da Polônia.
Reykjavík abriu, em 2013, as negociações com a UE e interrompeu-as após quatro anos. Nos últimos anos, o aumento do custo de vida e a guerra na Ucrânia reacenderam o interesse islandês pela adesão, indicaram pesquisas de opinião.
Contexto
Segundo Frostadottir, o objetivo é avaliar etapas futuras das negociações conforme o plebiscito se aproxima. A data exata do referendo ainda não foi definida, mas o governo informa que o processo deverá ocorrer nos próximos meses.
A Reuters acompanhou a declaração feita durante a visita de Frostadottir a Varsóvia, em meio a agenda bilateral entre Islândia e Polônia. O governo islandês não detalhou critérios ou prazos específicos para a consulta.
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