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Babis diz que República Tcheca não está no caminho de ampliar gastos com defesa

Governo afirma que caminho para elevar gasto com defesa não existe, propondo 2,1% do PIB em 2026, ante 2,35% do gabinete anterior

Confidence vote in the parliament, in Prague
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  • O primeiro-ministro Andrej Babiš afirmou que a República Tcheca não está no caminho para aumentar os gastos com defesa, mesmo com metas da Otan em ascensão.
  • O orçamento de 2026 do governo atual (ANO) propõe gastos com defesa de 2,1% do PIB, frente 2,35% previsto pelo governo anterior.
  • O gabinete anterior, de centro-direita, defendia aumento gradual para 3% do PIB até 2030.
  • O governo mantém uma iniciativa liderada pela República Tcheca para munição de calibre largo para a Ucrânia, financiada por doações, mas não repassa recursos orçamentários ao programa.
  • Babiš já havia dito, antes das eleições, que o acordo da Otan para elevar os gastos para 5% seria irrealista; ele reiterou que a prioridade é a saúde dos cidadãos.

Praga — O primeiro-ministro Andrej Babis afirmou nesta quinta-feira que a República Tcheca não está, nem estará, em um caminho para aumentar os gastos com defesa, mesmo com metas da Otan em ascensão. A declaração marca afastamento da política do governo anterior.

O governo atual, formado pelo partido ANO após vencer as eleições em dezembro, está tentando aprovar no parlamento o orçamento de 2026. O texto gerou críticas por reduzir o ritmo do gasto militar.

Segundo Babis, a prioridade é a saúde da população, sem indicar incremento nos investimentos de defesa. O foco do governo é melhorar o padrão de vida, com reajustes salariais, cortes de impostos e novos benefícios.

Orçamento 2026 e gasto com defesa

A proposta para 2026 prevê defesa equivalente a 2,1% do PIB, ante 2,35% no plano do gabinete anterior, que defendia 3% até 2030. O ministro da Defesa, Jaromír Naď, disse que a redução não prejudicaria a modernização das Forças Armadas.

O governo anterior era alinhado à Ucrânia e defendia crescimento gradual dos gastos até 3% do PIB. A administração atual manteve uma iniciativa liderada pela República para fornecer munição de calibre pesado à Ucrânia, financiada por doações internacionais, mas deixou de aportar recursos orçamentários ao programa.

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