- O presidente cubano, Miguel Díaz-Canel, afirmou que Cuba se defenderá de qualquer agressão terrorista e mercenária que vise minar sua soberania e estabilidade.
- Havana informou ter matado quatro exilados e ferido seis outros, que chegaram a Cuba em uma lancha rápida registrada na Flórida e abriram fogo contra uma patrulha cubana.
- O grupo era composto por cubanos contrários ao governo, alguns já procurados por planos de ataques.
- Cuba afirma não atacar nem ameaçar e disse que responderá com determinação para se defender.
- O embargo dos Estados Unidos bloqueia remessas de petróleo à ilha, agravando o racionamento de combustível, as quedas de energia e gerando alertas da ONU sobre possível crise humanitária.
Cuba disse que vai se defender de qualquer agressão terrorista e mercenária que vise minar sua soberania. A declaração foi feita pelo presidente Miguel Díaz-Canel nas redes sociais na quinta-feira, 26 de fevereiro, após um incidente no qual Havana afirmou ter neutralizado um grupo de exilados.
Segundo o governo, na quarta-feira, um barco rápido registrado na Flórida entrou no mar cubano, lançou ataques contra uma patrulha e deixou quatro mortos e seis feridos entre os que viajavam a bordo. O grupo foi identificado como composto por cubanos anti-governo, com alguns já procurados.
A operação ocorre em meio a tensões com os EUA, que impõem bloqueio de petróleo à ilha para pressionar o governo comunista. A crise energética já preocupa o abastecimento de combustível e contribui para quedas de energia.
Díaz-Canel afirmou que Cuba não ataca nem ameaça, mas defenderá o território com firmeza. O país enfrenta uma grave escassez de energia devido à dependência de importações de petróleo dos Estados Unidos.
Fonte: Reuters
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