- As marinhas de Filipinas, Estados Unidos e Japão realizaram exercícios conjuntos no Mar da China Meridional para ampliar interoperabilidade e segurança marítima na região.
- A Filipinas enviou a corveta Antonio Luna, helicópteros e caças; o Japão, um avião P-3 Orion; e os EUA destacaram o destróier guiado USS Dewey e um avião P-8 Poseidon.
- As atividades incluíram reabastecimento no mar, patrulhas aéreas conjuntas, fly-bys e checagem de comunicações.
- As manobras integram esforços desde 2023 de Filipinas para afirmar direitos na área, diante de reivindicações chinesas sobre a região após a decisão arbitral de 2016.
- Em fevereiro, Filipinas já havia realizado exercícios semelhantes com Austrália e os EUA, nos dias 15 e 16.
Durante esta semana, as marinhas de Filipinas, Estados Unidos e Japão realizaram exercícios conjuntos na região do Mar do Sul da China, com o objetivo de ampliar a cooperação entre os aliados e melhorar a interoperabilidade militar.
Segundo o comando das Forças Armadas das Filipinas, a atividade conjunta reforça o compromisso entre as forças parceiras em garantir a segurança marítima e reforçar a conscientização sobre o domínio do espaço marítimo na região.
Na operação, a Filipinas utilizou a fragata Antonio Luna, além de helicópteros e caças. O Japão enviou uma aeronave P-3 Orion, enquanto os EUA destacaram o destróier de artilharia guiada USS Dewey e uma aeronave Poseidon.
Entre as atividades realizadas estiveram reabastecimento em mar, patrulhas aéreas conjuntas, sobrevoos e exercícios de verificação de comunicações, segundo o comunicado militar filipino.
A manobra ocorre após Filipinas já ter realizado exercícios similares com Austrália e EUA em 15 e 16 de fevereiro, fortalecendo a cooperação regional diante de cobranças de Pequim sobre a área.
Participantes e objetivos
As autoridades filipinas destacam que o treino visa aumentar a interoperabilidade entre as forças, reforçar a segurança marítima e melhorar a capacidade de monitoramento da área.
Contexto regional
A China reivindica grande parte do Mar do Sul da China, apesar da decisão de 2016 de arbitragem internacional que questionou suas reivindicações históricas. As manobras ocorrem em meio a tensões na região.
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