- Forças do governo sírio e facções druze de Sweida realizaram a primeira troca de prisioneiros desde os confrontos mortais do verão passado.
- Damascus libertou 61 prisioneiros das facções druze detidos na Prisão Central de Adra, nos arredores da capital.
- Em troca, as Forças do Guarda Nacional Druze libertaram 25 integrantes do governo sírio.
- A operação ocorreu sob supervisão do Comitê Internacional da Cruz Vermelha.
- Sweida, província do sul, tem sido palco de confrontos sectários entre Druzes e tribos beduínas sunitas.
O governo sírio e facções druze de Sweida realizaram a primeira troca de prisioneiros desde os confrontos mortais do verão passado, informou o escritório de imprensa do governo em Sweida. A operação ocorreu nesta quinta-feira.
Segundo o comunicado, Damasco libertou 61 prisioneiros detidos pelas facções druze na Prisão Central de Adra, próxima à capital, em troca da libertação de 25 integrantes de Forças de Guarda Nacional Druze pelo lado governista. A operação ocorreu sob supervisão do Comitê Internacional da Cruz Vermelha.
A troca foi coordenada após meses de violência sectária na província de Sweida, que reunia druze e tribos beduínas sunitas. Os combates intensificaram-se depois que tropas do governo, lideradas por facções islâmicas, foram enviadas para conter os conflitos na capital provincial.
A violência na região gerou reação de Israel, que apoiou as facções druze em vários momentos desde o início dos incidentes. Posteriormente, foi anunciado um cessar-fogo abrangente para interromper os combates após dias de confrontos e mortes.
Contexto recente
- O conflito em Sweida envolveu combate entre forças do governo e grupos Druze desde julho do ano anterior.
- A troca de prisioneiros representa uma etapa de desaceleração do conflito, sob a supervisão da Cruz Vermelha Internacional.
- O acordo é apresentado como parte de esforços para estabilizar a província e reduzir a violência na região.
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