- França rebateu as acusações russas de que a Ucrânia buscaria arma nuclear ou “bomba suja”, classificada como baseadas em desinformação.
- A afirmação foi feita pelo serviço de inteligência estrangeira (SVR) da Rússia, sem apresentar provas, no quarto aniversário do conflito.
- Olivia Penichou, diretora de comunicação do Ministério da Defesa francês, disse que a declaração é um exemplo de desinformação frequente pela Rússia para gerar desconfiança sobre as ações de França e seus parceiros.
- Paris afirmou que sempre cumpriu compromissos internacionais, especialmente o Tratado de Não Proliferação de Armas Nucleares (TNP).
- O Ministério das Relações Exteriores francês já havia dito que não valia a pena responder a esse tipo de desinformação, e o perfil em inglês do governo francês ridicularizou as alegações.
A França rebateu nesta quinta-feira as acusações russas, consideradas infundadas, de que a Ucrânia busca obter uma arma nuclear ou uma suposta “bomba suja” com ajuda de Londres ou Paris. A afirmação foi divulgada pela SVR, serviço de inteligência estrangeira da Rússia, sem apresentar evidências documentais.
O governo francês afirmou que a declaração é uma típica desinformação para criar desconfiança em relação às ações da França e de parceiros que apoiam a Ucrânia. A agência de comunicação do Ministério da Defesa explicou que a SVR frequentemente recorre a táticas de desinformação.
Parágrafo 3 de contexto: A França ressaltou que mantém seus compromissos internacionais, especialmente o Tratado de Não Proliferação Nuclear. Fontes oficiais do governo reiteraram que não irão responder a acusações sem fundamento.
Reação francesa e desmentido
A Secretaria de Estado das Relações Exteriores da França reiterou, nesta semana, que não julga pertinente responder a ataques dessa natureza. A conta oficial em rede social do Ministério divulgou mensagens de caráter crítico aos argumentos russos.
A França destacou ainda que age em conformidade com normas internacionais e com o apoio a aliados na região, mantendo o foco na segurança e na estabilidade regional. Não houve informações adicionais sobre eventual andamento de investigações.
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