- Um tribunal de Jacarta central condenou nove pessoas em um caso de corrupção envolvendo subsidiárias da estatal Pertamina, incluindo dois ex‑CEOs de unidades da empresa.
- As penas variam de nove a quinze anos de prisão, após os procuradores buscarem até dezoito anos.
- O caso envolve aluguel ilegal de um terminal de combustível e importação ilegal de petróleo bruto, entre outras acusações, com as perdas estimadas em 17 bilhões de dólares para o Estado.
- Os réus, que negaram as acusações, aguardam eventuais recursos; alguns já anunciaram intenções de recorrer.
- A Pertamina afirmou ter tolerância zero à corrupção e disse que mantém apoio jurídico aos envolvidos até a conclusão formal do processo.
Um tribunal de Jacarta condenou nove pessoas em um grande caso de corrupção envolvendo unidades da Pertamina, a estatal de energia, incluindo dois ex-CEOs. As penas variam de 9 a 15 anos, conforme a vaga. Os procuradores dizem que o esquema causou perdas ao Estado de cerca de US$ 17 bilhões. O caso envolve aluguel de terminal de combustível e importação ilegal de petróleo.
Além dessas acusações, o processo apura outras infrações ligadas à operação das subsidiárias do grupo. As leituras começaram na quinta-feira à tarde e se estenderam até a madrugada de sexta. Os réus negam as acusações e se declararam inocentes durante o julgamento, segundo a imprensa local.
Envolvidos e penas
Yoki Firnandi, ex-CEO da Pertamina International Shipping, recebeu 9 anos de prisão. Riva Siahaan, ex-CEO da Pertamina Patra Niaga, também foi condenado a 9 anos. Muhamad Kerry Adrianto Riza, proprietário beneficiário de um terminal de combustível, pegou 15 anos, menor que os 18 solicitados pela acusação.
Riza é filho de Mohammad Riza Chalid, empresário alvo do caso que está foragido. Os advogados disseram que vão recorrer da decisão. Firnandi avaliou a sentença como injusta e planeja recorrer. Siahaan expressou decepção com o veredito, segundo a imprensa local.
Reações e posição da Pertamina
A Pertamina informou que mantém tolerância zero com corrupção e respeita o veredito do tribunal. A empresa afirmou que continuará a aprimorar seus processos e operações, oferecendo assistência jurídica aos réus até a decisão final. A defesa de terceiros envolvidos não foi divulgada pela assessoria.
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