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Melania Trump preside reunião do Conselho de Segurança da ONU

Melania Trump preside reunião do Conselho de Segurança da ONU; EUA assumem presidência rotativa e destacam educação para promover tolerância e paz

U.S. President Donald Trump and First Lady Melania Trump arrive for their state visit to Britain, at Stansted Airport near London, Britain, June 3, 2019. REUTERS/Carlos Barria TPX IMAGES OF THE DAY
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  • Melania Trump presidirá uma reunião do Conselho de Segurança das Nações Unidas na segunda-feira, quando os EUA assumem a presidência rotativa mensal.
  • O gabinete da primeira-dama informou que o tema central será a educação como instrumento de tolerância e paz mundial.
  • Será a primeira vez que uma primeira-dama norte-americana preside o conselho, composto por 15 membros.
  • Os EUA assumem a presidência rotativa do Conselho na segunda-feira (2).
  • O presidente Donald Trump tem histórico de críticas à ONU, mas recentemente adotou tom mais conciliador sobre o Conselho da Paz.

A primeira-dama dos Estados Unidos, Melania Trump, presidirá uma reunião do Conselho de Segurança da ONU na próxima segunda-feira, quando os EUA assumem a presidência rotativa mensal do órgão. A Casa Branca confirmou o evento.

Segundo o gabinete de Melania, a pauta da reunião deverá enfatizar a educação como ferramenta para promover a tolerância e a paz mundial. O objetivo é justamente destacar o papel da educação na construção de relações internacionais mais estáveis.

Essa será a primeira vez que uma primeira-dama norte-americana preside o Conselho de Segurança, composto por 15 membros. A iniciativa ocorre em meio a debates sobre a atuação da ONU e reformas propostas pelo governo americano.

Contexto internacional

De acordo com a Casa Branca, os EUA assumem a presidência rotativa no dia 2 de fevereiro. O governo também tem destacado o interesse em incentivar a cooperação global para enfrentar conflitos e promover a paz.

O histórico de críticas de Washington à ONU é citado com frequência, especialmente pelo presidente Donald Trump. Ele já disse que o órgão exige reformas para funcionar de forma mais eficaz.

Apesar do tom crítico anterior, o governo tem buscado posições que promovam diálogo e parcerias internacionais, com foco em fortalecer instituições multilaterais e apoiar programas educacionais globais.

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