- Guiné anunciou a libertação de 16 integrantes de forças de segurança da Serra Leoa, presos anteriormente na fronteira — ação que pode reduzir a tensão no conflito fronteiriço.
- A liberação ocorreu após negociações envolvendo o ministro de Relações Exteriores da Serra Leoa, Timothy Musa Kabba, com o primeiro-ministro guineense, Amadou Oury Bah, em Conacri.
- A Serra Leoa afirmou que militares e policiais estavam erigindo um posto de fronteira em Kaliyereh quando membros das forças armadas da Guiné chegaram.
- A Guiné sustenta que dezenas de soldados da Serra Leoa teriam entrado em seu território sem autorização, levando à detenção de dezesseis deles e à apreensão de equipamento.
- O conflito fronteiriço remonta ao período da guerra civil de Serra Leoa entre 1991 e 2002, quando a Guiné enviou tropas para ajudar a combater rebeldes.
Guinea liberou 16 policiais e militares de Serra Leoa detidos na semana, em Conakry, segundo duas autoridades. A medida ocorre em meio a um novo atrito fronteiriço entre os dois países. As identidades das fontes não foram divulgadas.
As liberdades ocorreram após discussões envolvendo o ministro das Relações Exteriores de Serra Leoa, Timothy Musa Kabba, que se reuniu com o primeiro-ministro guineense Amadou Oury Bah. As autoridades falaram em condição de anonimato por ainda não haver declarações públicas.
Serra Leoa havia acusado Guiné de capturar membros de suas forças de segurança, enquanto construíam um posto fronteiriço em Kaliyereh, cidade fronteiriça. Em resposta, Guiné afirmou ter detido dezenas de militares senegaleses que teriam entrado em seu território sem autorização. O caso envolve forças militares e policiais de Serra Leoa.
O histórico do conflito remonta ao período da guerra civil de Serra Leoa (1991-2002), quando a Guiné governou tropas para ajudar a combater rebeldes. Na atual disputa, as partes negociam para reduzir as tensões e evitar escaladas, sem publicações oficiais conjuntas até o momento.
O desfecho desta rodada diplomática depende de próximos comunicados oficiais dos dois governos. Fontes ressaltam que a liberação dos detidos é lida como sinal de de-escalada, mas não encerra as divergências sobre a validade de deslocamentos militares na fronteira.
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