- O ministério das Relações Exteriores da Itália pediu aos italianos no Irã que deixem o país, especialmente se a viagem for turística ou não estritamente necessária.
- A Itália também desencorajou fortemente viagens ao Iraque e ao Líbano, citando condições de segurança instáveis na região.
- Nacional italianos em Israel devem manter extrema cautela e ficar vigilantes.
- A recomendação vale para deslocamentos na região do Oriente Médio, devido aos riscos contínuos.
- Outras ações internacionais incluem a Grã-Bretanha retirando parte de sua equipe do Irã e o aumento da presença militar dos Estados Unidos na região, enquanto negociações sobre o programa nuclear iraniano seguem sem avanço significativo.
A Itália pediu aos seus cidadãos nesta sexta-feira que deixem o Irã e recomendou extrema cautela em toda a região do Oriente Médio, citando condições de segurança persistentemente instáveis. O anúncio foi feito pelo Ministério das Relações Exteriores italiano.
Segundo o comunicado, italianos no Irã que estejam lá apenas por turismo ou cuja presença não seja estritamente necessária devem partir. O texto também desaconselha fortemente viagens à piora de situação para o Iraque e o Líbano.
O ministério pediu ainda cuidado máximo para italianos que se encontrem em Israel. Ações diplomáticas recentes de outros países sinalizam tensões crescentes na região.
Contexto regional
Diversos governos têm emitido alertas nos últimos dias, com a Grã-Bretanha anunciando, na sexta, a retirada temporária de funcionários do Irã e o fechamento de sua embaixada. A imprensa internacional acompanhará as consequências regionais das tensões.
A última sinalização envolve a presença militar dos EUA na região, intensificada antes de potenciais ações contra o Irã. As negociações sobre o programa nuclear iraniano continuam sem avanço claro, segundo relatos de agências.
Relato: Claudia Cristoferi; edição: Crispian Balmer.
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